É tempo de agir !



O ex-ministro da Economia do governo do Presidente Bolsonaro, que está afastado da vida pública, comentou num evento público, publicado pela tradicional revista Veja, que "o recuo do crescimento do país e afirmou que "estes resultados influenciarão o eleitorado nas urnas" ao comentar sobre o cenário político e econômico internacional, dizendo que há aproximação entre "correntes liberais na economia" e "conservadoras na política e na cultura".


          Continuou o Paulo Guedes que esse cenário é reflexo do "espírito do tempo" em diferentes países.  O conceito, segundo ministro da Economia do então Presidente Bolsonaro, o "conceito" foi cunhado pelo filósofo e escritor alemão Johann Gottfried von Herder, (1744 - 1803), que busca definir o conjunto de ideias, crenças e tendências culturais que caracterizam um período específico.


         O pensamento rebuscado do filósofo alemão citado, nos tempos modernos, são definidos pelas duas tendências na economia, desde os tempos marcados pelo fim da II Guerra Mundial, a "economia intervencionista" do economista britânico John Maynard Keynes e da "economia liberal" do professor Milton Friedman palestrante da Universidade de Chicago e influenciador do presidente americano Ronald Reagan, na sua política de "desregulamentação da economia", com muito sucesso, que acabou sendo "modelo" para ministros de Economia de alguns países, inclusive para o próprio comentarista, o ex-ministro da economia, Paulo Guedes. 


          O modelo do atual governo, o do Presidente Lula, segue o velho e arcaico, para o nosso tempo, o modelo intervencionista do Jonhn Keynes ao contrário do modelo liberal do professor Milton Friedmann, adotado pelas economias mais pujantes como os Estados Unidos, Canadá, Austrália e Chile. 


            Este que escreve, vou direto no assunto sobre o modelo econômico para o Brasil, ainda, carregando dos "resquícios" da "monarquia" portuguesa, onde o mandatário tinha e ainda tem o "poder imperial", mesmo sendo país republicano.    O Presidente Lula, carrega fortemente, o cacoete do antigo "poder imperial" e age como se fosse o próprio Imperador do Brasil.   Enquanto o País é carente de pessoas capazes,  que procuram basear nas teorias econômicas ultrapassadas, "sem rumo" e "sem diretrizes",  há que os partidos políticos com candidatos à Presidência da República apresentem, claramente, em qual teoria macroeconômica vai se basear a "política econômica".   

 

           Enquanto o Brasil continuar discutindo as velhas teorias macroeconômicas do século passado ou "digladiando" sobre "quem dá mais" benefícios sociais, o País será considerado como o do Terceiro Mundo e continuar disputando a posição de 10ª economia do Mundo.   Falta "visão" e "ousadia" para os candidatos à Presidência da República, para tirar o país do "atoleiro de mediocridade".    Não é mais o tempo de ficar "filosofando"!   Muito fácil é construir "narrativas" para enganar os leigos em macroeconomia.  É chegado o tempo de agir  !


              Ossami Sakamori

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