Concessão da floresta da Gleba Castanho



O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Serviço Florestal brasileiro lançaram Edital para concessão florestal da Gleba Castanho, um área pública localizada no município de Carreiro no estado de Amazonas,  com o apoio do BNDES.  A iniciativa faz parte da privatização da preservação do meio ambiente, já que o órgão responsável por esta área, o ICMBio ou o Instituto Chico Mendes, que seria o órgão responsável por avaliar, de forma permanente, o risco de extinção da fauna e flora brasileira, com atuação  dos centros de pesquisa, com a colaboração da comunidade científica nacional e internacional, ao que parece, não está dando conta do recado.   

            

               Uma iniciativa na mesma área com o mesmo objetivo que merece destaque é a unidade de conservação gerida pelo ICMBio foi criada em 1989, com 412 mil hectares para promover o uso sustentável, localizado nos municípios de Ferreira Gomes, Pracuúba e Amapá, no estado do mesmo nome, o Amapá.   Esta área, sob jurisdição do ICMBio, protege biodiversidade da Amazônia e permite o extrativismo por parte da populações tradicionais e permite visitação pública, programada.  


            Infelizmente, o Brasil é um país cheio de "redundâncias" em responsabilidade e nos "gastos públicos", muitas vezes movidos pela "vaidade pessoal" dos Governantes, de plantões.   No caso da presente matéria da abertura da matéria, quem leva a "fama" de "defensor do meio ambiente" é a ministra Marina Silva, Rede e o Presidente Lula, PT. 


              Que se lixem a floresta Amazônica, um dos últimos biomas preservados do planeta Terra, que assegura parte da manutenção do "clima" do planeta Terra, evitando ou postergando o "efeito estufa" do planeta.    Seja como for, a iniciativa da criação de mais espaço para preservação do meio ambiente, merece consideração e aplauso.    


           Ossami Sakamori

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