Lula não deveria se envolver no Golfo Pérsico
O humor do povo americano, após ataque do presidente Trump à Irã, um país islâmico, tem alterado negativamente. A principal motivação da desaprovação, não é exatamente sobre o ataque ao país do Golfo Pérsico, acostumado que está o povo americano sobre "guerras" provocado pelos Estados Unidos ao redor do mundo. O povo americano, admite a vocação de guerra e invasões ao redor do mundo, pelo menos no último meio século, pelos Estados Unidos. A questão não é essa!
O principal razão do descontentamento do povo americano é no seu "bolso". O preço do combustível "na bomba", que estava ao redor de US$ 2,75 por galão no início de 2026, passou para US$ 4,09 por galão. Diferente do Brasil, as famílias de todas classes, de ricos investidores em ações ao povo de classe média, a maior parte da população, que possuem ao menos 1 veículo para seus deslocamentos. Não estamos aqui, falando da população de grandes metrópoles que utilizam transporte de massas. Diferente do Brasil, a classe média é "majoritária" nos Estados Unidos.
Dentro desse panorama que cerca de 58% dos eleitores americanos, incluindo um em cada 5 eleitores republicanos, partido do Presidente Trump, e 2/3 dos não republicanos, disseram que estariam "menos propensos" a apoiar candidatos indicados no dia 3 de novembro em eleições regionais. Lembrando que o mandato do presidente Trump, só termina no dia 20 de janeiro de 2029.
Para nós, brasileiros é interessante observar o comportamento dos eleitores americanos, levando em conta, que no Brasil, a eleição para o Presidente da República, acontecerá no próximo dia 4 de outubro. No front interno, a política externa do Presidente Lula, terá "peso político", uma vez que, nos últimos episódios, sobretudo a Invasão dos Estados Unidos, vem sendo "duramente" criticado pelo Presidente Lula. Ao mesmo tempo, o Presidente Lula tem demonstrado "posição contrária" à do presidente Trump em relação à invasão americana na Venezuela.
Presidente Lula, tem saído da posição de neutralidade, que sempre marcou a política externa, posicionando contra à política externa dos Estados Unidos e Israel. No meu ponto de vista, a posição do Presidente Lula é "equivocada", saindo do campo da "neutralidade" para "pender" ao lado dos regimes políticos, considerados como "não democráticos" pelo Ocidente. Isto tudo, trarão consequências na "área econômica", que anda de mãos dadas com a "área política". Uma "tossida" do Donald Trump pode resultar numa tremenda "gripe", conforme o grau de envolvimento do Presidente Lula nos recentes episódios do Golfo Pérsico. A escolha será entendida como do Brasil, independente dos "governantes de plantões".
Ossami Sakamori

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