Brasil está quase parando ...
O País está "quase parando". É a conclusão que cheguei, hoje de manhã, por falta de assunto para o tema de "macroeconomia" a tratar. Os assuntos "em pauta" da grande imprensa são os mesmos de sempre, sobre as "pesquisas de intenção de votos" dos principais candidatos ao cargo de Presidente da República, a pouco mais de 4 meses do primeiro turno, que ocorrerá no dia 4 de outubro próximo.
Por um lado, a falta de assunto, talvez seja pela "normalidade democrática", com as eleições previstas conforme manda a legislação pertinente às eleições no País. Por outro lado, a demonstração da "descrença" do povo brasileiro com os nomes colocados para concorrer ao posto de Presidente da República. De um lado o nome do Presidente Lula, PT, concorrendo à reeleição e do outro lado, o nome do senador Flávio Bolsonaro, PL, mais conhecido como o "filho do Jair Bolsonaro", o último, ex-presidente da República, tornado inelegível pelo STF para os próximos 20 anos.
O senador Flávio Bolsonaro foi colocado como seu substituto, no improviso, pelo ex-Presidente, em função da sua inelegibilidade imposta pelo STF, pelo suposto crime de "tentativa de golpe de Estado", diga-se de passagem, sem um único "fuzil" ou "tanques" do Exército nas ruas. A "tentativa de golpe", aludida, foi pela manifestação de mulheres, crianças e vendedor de pipocas, acampados em frente ao Quartel General, já havia algum tempo, invadindo, sem armas, aos prédios dos Poderes da República. Ah! Depois veio o episódio da "mulher do batom", que escreveu alguma frase que ofendesse membros do STF. O episódio do dia 8 de janeiro serviria de um belo tema para história do País, que futuramente, as crianças serão lembradas pelos anais da história do Brasil.
Dom Pedro II, certamente, ficaria com "inveja" do povo lembrar mais do dia da tentativa do "golpe de Estado", e dos autores aprisionados no estabelecimento penal Colmeia no Distrito Federal. Sim, algumas destas pessoas, do Colmeia, foram condenados pelo STF em 14 anos em regime fechado, incluindo nestes, um cidadão catarinense que contribuiu com R$ 500 para custeio de viagem da caravana de catarinenses para Capital Federal. Bravo, povo catarinense !
É exatamente dentro deste clima, que estamos esperando a eleição para escolha do novo Presidente da República para o próximo período de 4 anos. A disputa ocorrerá entre o "Presidente cachaceiro", como é conhecido o atual Presidente da República e por outro lado o "filho do Presidente Bolsonaro, com direitos políticos "cassados", impedido de participar dos próximos pleitos, em "prisão domiciliar", com "tornozeleira eletrônica", para impedir uma eventual "tentativa de evasão" do País. O tema é digno de um cinema, que aliás, estreará nos próximos dias.
Nem é preciso explicar que o atual Presidente da República, foi condenado pelo crime de "corrupção ativa" por 3 instância do Poder, sendo o processo de "condenação anulado" pelo STF, com alegação do julgamento ter sido feito em "foro não competente" para o caso, que só mesmo quem é da área jurídica sabe explicar. O atual Presidente da República, Lula da Silva, PT, é comumente tratado como "des-condenado". Será que existe esta palavra?
Quem é nativo do País, entende as "nuanças políticas" da Supremo Tribunal Federal, a instância máxima do Judiciário brasileiro. Diante do Supremo, nem mesmo o Congresso Nacional, tem força política para promover mudanças das regras processuais e jurídicas da República Federativa do Brasil. O Poder Executivo e o Poder Legislativo "se curvam" diante do STF, a poderosa sigla do Supremo Tribunal Federal. Enfim, o STF do Brasil, manda em tudo e em todos detalhes de cada cidadão deste País, inclusive, este texto vai passar pelo crivo da Corte Suprema.
Ossami Sakamori
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