Acordei de mau humor, hoje!
Foi-se os bons tempos em que os candidatos à Presidência da República tinham "alguma proposta" para levar o País ao "desenvolvimento sustentável", muito além da "novidade" de caçador dos privilégios. Eu cresci à época, vendo o Carlos Lacerda pregando à época, tal qual, o mesmo de hoje, o governador de Minas Gerais. Também, vi, a promessa de um governador mineiro propondo a mudança da Capital do Rio de Janeiro para "Planalto central" do País, o saudoso JK.
Hoje, infelizmente, vejo "mediocridade" nas propostas ou ausência delas, dos principais candidatos ao cargo máximo da República, tanto do candidato da situação, quanto do principal candidatos da oposição. Nenhum deles, tem proposta que atenda o real desenvolvimento do País, via "política econômica" e "política fiscal", instrumentos "indispensáveis" numa administração pública de um País com dimensão continental e 214 milhões de habitantes, composto de gente laboriosa, de "europeus" e "orientais", que aqui vieram para imprimir o "desenvolvimento sustentável", igual foi feito no continente americano ao norte do equador. A diferença é que os Estados Unidos é a primeira potência econômica do planeta e Brasil, a 11ª.
Faz algum tempo, creio desde à época do "regime militar", não se falou mais em "desenvolvimento do País", no sentido econômico. As principais obras, como grandes hidroelétricas e rodovias rasgando o "interior" do País, são dos remotos tempos, que pessoas com menos de 40/50 anos, não se lembram de um País pujante tentando "inserção no mundo global". Velhos tempos da "esperança" do povo em alcançar estágio de desenvolvimento do País. Ao contrário, o Brasil, de hoje, é um país de "desesperança", infelizmente. Fruto de "más escolhas" dos dirigentes da Nação. E continuamos a insistir na mesma "toada" ultrapassada !
Infelizmente, os candidatos que estão postos até aqui, preocupa-se apenas em "ocupar o espaço político" para "conquista" ou "manutenção" do Poder da República. Por um lado, a defesa do atual Presidente em "continuidade dos programas sociais", não se sabe "com que dinheiro" ou melhor com o dinheiro proveniente com uma "alta carga tributária" e "emissão de novas moedas", provocando os "déficits primários" e "déficits nominais" gigantescos, que levará o País ao "buraco sem fundo". Hoje, o Brasil carrega dívida pública federal de R$ 10 trilhões! Só de juros, contabilizamos, R$ 1,45 trilhão, a cada ano. O Brasil está, literalmente, falido !
Falta aos candidatos da oposição, "propostas concretas" mediante uma "política econômica" adequada, que englobe todos setores produtivos do País, como o agropecuário, serviços e o setor industrial, além de proposta de "infraestrutura" ao encargo do Governo federal. Há muito que fazer no País, com potencialidade para ocupar as maiores economia do mundo, o G7. Hoje, ocupamos a 11ª posição, atrás da Itália.
Enquanto isso, vê-se discussão sobre as "picuinhas", como a vida individual de cada um se achando o "salvador da Pátria". O País merece "coisa melhor". O Brasil merece "candidatos à Presidência" à altura da sua vocação em todos os setores da economia. Para isto, o Brasil tem a classe produtiva que "sustenta" o País com pesados "encargos e impostos", sem ter uma "política fiscal" e uma "política econômica" adequadas e sustentáveis, para mostrar ao mundo, não só através de "velhos discursos" de um "novo rico", sem o ser, para que chegamos. O Brasil terá que voltar a ser um "player" importante no mundo global. O mundo está de olho no País e preocupado que está com o rumo que o Brasil vem tomando, à favor dos países islâmicos. Isto não soa bem para o País que depende de exportação para ao redor do mundo, sem distinção de crenças religiosas.
Se os atuais candidatos à Presidência da República não querem levar o título de "incompetentes", que apresentem os planos detalhados da "política fiscal" e da "política econômica". Se os pretensos candidatos, não entendem da linguagem e dos objetivos da "macroeconomia", podem, cada um abandonar os "seus chapéus" e "voltar ao convívio familiar". O Brasil e muito menos, seus 214 milhões de pessoas, crianças, adolescentes, adultos e aposentados, merecem "desfrutar" a riqueza que o País oferece. O povo merece "coisas melhores".
Cadê as esperadas "propostas" para o "desenvolvimento sustentável" do País ? Não estão para "brincadeira", estão ? Para "não fugir da raia", coloco-me à disposição para "fornecer os subsídios" necessários, para qualquer das partes dos pretensos candidatos ao posto de Presidente da República. O Brasil merece Propostas concretas que leve o País a um lugar dentre as 7 maiores economia do mundo, o G7. Acordei de mau humor, hoje!
PS: Pesquisa de intenção de votos divulgada hoje pela revista Veja dá empate técnico entre os candidatos Flávio Bolsonaro, PL e Lula da Silva, PT
Ossami Sakamori

Comentários
Postar um comentário