21 de abril
Hoje é início é início de um feriado prolongado até o dia 21 de abril, terça-feira, dia considerado como dia do Tiradentes, dia que homenageia Joaquim José da Silva Xavier, líder da Inconfidência Mineira. Na realidade, o dia não seria de "comemorações", uma vez que marca a "execução" do Tiradentes, tornando-o símbolo da "liberdade" contra o domínio colonial português. Isto tudo aconteceu em 1792. Como é de conhecimento de Vocês, a independência do Brasil só veio a ocorrer no dia 7 de setembro de 1822, com a "proclamação da independência" do Brasil do jugo da Coroa portuguesa, pelo então Dom Pedro Alcântara, denominado de Dom Pedro I, às margens do "riacho Ipiranga" da cidade, hoje, denominado de São Paulo, capital do mesmo estado cuja denominação é o estado de São Paulo.
Apesar do Brasil, hoje, ser a 11ª potência econômica do mundo, o País já esteve sob domínio dos ingleses e só posteriormente da Coroa portuguesa. A influência dos ingleses se faz sentir nas linhas ferroviárias implantadas à época, onde a "bitola", a distância entre trilhos, é "métrica" ao invés de polegada. Hoje, em dia, no Brasil se usa "bitola larga" de 1,60 m, de cerca de 4 mil Km de trilhos no País. A convenção das "mãos das rodovias brasileiras, adotam a "mão direita" utilizada em quase todo o mundo. Alguns países como a Inglaterra, obviamente, utilizam a "mão inglesa", que é exatamente no sentido contrário ao que estamos acostumados aqui no Brasil.
Para maior conhecimento, o Brasil faz parte da Comunidade Econômica Portuguesa, que fazem parte os países como a Angola, Guiné-Bissau e Moçambique na África, além do longínquo país da Oceania, o São Tomé e Príncipe, mais próximo da Indonésia do que da Austrália e de um "enclave" na China, próximo de Hong Kong, denominado de Macau, onde a língua predominante é chinesa, obviamente. Outro enclave se situa na Índia, denominado de "Goa", incorporado à Índia em 1961. Curiosamente, o atual presidente da Comissão Europeia tem como origem aquele enclave e fala a língua portuguesa.
Só falta ao Brasil, sair da situação de "país de terceira grandeza, apesar dos 8,5 milhões de Km2 de território e 214 milhões de pessoas habitando nele, com terras férteis para produzir alimentos para o mundo e porque não, para dar estabilidade ao clima do planeta com vasta floresta tropical e outros biomas que ajudam a equilibrar a temperatura do planeta Terra, nos atuais níveis.
Falta ao meu ver, sobretudo, em sendo filho de imigrantes, os nativos brasileiros darem a importância geopolítica e sobretudo o valor do País perante o mundo global. Infelizmente, o Brasil é dirigido por um "analfabeto funcional", com "vaidade" que extrapola a sua "capacidade intelectual". Sinceramente, nestes dias que dedicamos à comemoração da independência do País, deveríamos, os brasileiros de todas origens étnicas e de matizes ideológicas diversos, pensarmos em "enriquecer" o País, em todas suas dimensões, não só na área econômica ou social, mas também, na área de conhecimento humano e científico.
Como derradeiro comentário, o Brasil é capaz de "enriquecer o urânio", mas é incapaz de utilizá-lo para fins pacíficos, a não ser via tecnologia importada para impulsionar a Usina de Angra dos Reis. Não há no País, sobretudo, uma "política econômica" que oriente o setor produtivo brasileiro a avançar mais para sermos considerados como um "País desenvolvido". Pelo contrário, o Brasil, muitas vezes vem sendo objeto de "chacota" internacional, pelos posicionamentos políticos, típicos de um país "subdesenvolvido".
Espero ainda em vida, ver o Brasil como "ícone do mundo", em todas áreas do desenvolvimento humano, comercial e financeiro. Isso, obviamente, depende de cada um de nós, trabalhar muito, para alcançar as melhores colocações no índice de desenvolvimento humano num ambiente hostil dentro do próprio país, para torná-lo competitivo globalmente.
Falta de um "direcionamento", uma "luz", um "farol" por parte dos "políticos de plantões", sobretudo do atual dirigente da Nação brasileira, faz do País com tantas qualidades já nominadas, encontrar na situação de "pedintes" das maiores nações do mundo. Infelizmente, continuamos igual aos tempos da independência do jugo português. Só mudamos da "dependência", silenciosa, a do império do extremo Oriente. O Brasil sofre do síndrome do "cachorro magro", infelizmente!
Acorda, Brasil !!!
Ossami Sakamori
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