Susie Wiles
O assunto que irei tratar hoje, é de relevante importância, que Vocês irão aperceber no final do texto. A Secretária Geral da da República do governo Donald Trump, Susie Wiles, foi diagnosticada com câncer de mama, mas continuará nas funções da Casa Branca, prestando assistência direta ao presidente Trump. Ela é "braço direito" do Donald Trump, desde a campanha presidencial e que desempenhou papel importante na "articulação de apoio dos delegados Republicanos", na eleição indireta do Presidente Trump.
No mesmo nível de influência, está a Tulsi Babbard , objeto de matéria deste blog, encarregada de fornecer as informações necessárias para presidente Trump tomar decisões corretas sobre Segurança Nacional e Defesa, uma espécie de diretora do GSI no Brasil. A diferença entre o Brasil e os Estados Unidos é que a administração pública americana é "descentralizada", cada um desempenhando o seu papel no Governo americano, como dever de Estado.
Nem é preciso lembrar que o poderoso Secretário de Estado, o equivalente ao Ministério de Relações Exterior é comandado pelo Marco Rubio, filho de cubano, que assimila a geopolítica regional como se fosse o quintal da sua casa. Sendo filho de cubano, além da língua do País, o inglês, ele é fluente em espanhol usado nos países latino-americanos. O nosso ministro de Relações Exteriores, Marcos Vieira, nem se compara com a postura e desempenho na área de diplomacia do mundo, tratando os chefes da diplomacias, "vis a vis", com os mais poderosos chefes de Estados do mundo.
Igualmente, o Secretário de Defesa dos Estados Unidos é um veterano do Exército americano que serviu na tomada do Iraque do ditador Sadam Hussein. Seu nome Pete Hegseth, o chefe do temido "Pentágono". Certamente, o recente ataque dos Estados Unidos ao Irã, tem muito do conhecimento e experiência do Secretário de Defesa Pete Hegseth. Infelizmente, não me lembro do nome do Ministro de Defesa do Brasil, devido a importância secundária que dão ao seu cargo no País.
Curiosamente, também, não me lembro do nome dos principais Coordenadores das Campanhas presidenciais do Presidente Lula, PT, nem tão pouco da campanha do Senador Flávio Bolsonaro, PL e muito menos dos formuladores da "política econômica" de cada um dos candidatos ao próximo mandato presidencial. Falta profissionalismo político partidário no Brasil, como que acontece no país do "Tio Sam", comentado neste texto.
Ossami Sakamori
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