Sobre a nova taxa Selic de 14,75%
Ontem, o COPOM, o Comitê de Política Monetária vinculado ao Banco Central do Brasil definiu a nova taxa básica de juros Selic em 14,75%, com "corte" de 0,25% sobre os atuais patamares, estabelecendo os novos níveis de juros que o Tesouro Nacional vai pagar pelos seus títulos da Dívida da Dívida Pública. Pouca gente deve ter apercebido, mas o fato concreto, para quem tem a mínima noção de "macroeconomia" de que a situação atual é o mesmo de jargão popular no futebol, de "jogar parando".
O objetivo principal do COPOM foi de "arrefecer" a crítica do Presidente Lula e do ministro Fernando Haddad, sobre os "juros altos". Com o corte, "insignificante" sob o ponto de vista "macroeconômico", o Banco Central mostrou que "não arreda o pé" do seu propósito de "tentar conter a inflação", diante dos sucessivos "déficits primários" ou o mesmo que "dinheiro que falta aos cofres públicos" para pagar as suas contas ordinárias ou contas do dia a dia do Governo federal.
O fato concreto é que o Presidente Lula vem gastando "acima da capacidade ordinária" do Governo federal, com contínuo "déficits primários" ou o "dinheiro que falta" para cobrir as despesas correntes do Governo federal com sua estrutura inchada de 38 ministérios e sem números de órgãos vinculados ao Governo Federal, tais como FUNDEB, Fundo de Marinha Mercante e outros tantos Fundos dependentes, exclusivos do Governo federal.
Enfim, o COPOM resolveu, então, resolvido está! A partir de hoje, a taxa básica de juros do Tesouro Nacional vai ser de 14,75% para uma inflação corrente dentro do "teto da meta" do Banco Central, de 4,5% ao ano, sendo o centro da meta, inflação de 3%. O mais grave da situação é que o Governo Lula não dispõe de uma sólida "política econômica", essencial para o desenvolvimento do País e nem tão pouco uma "política fiscal" responsável. A sorte do País é que o setor produtivo do País, vem gerando riqueza à despeito da falta de uma "política econômica" e ausência de uma "política fiscal" responsável.
Vocês vão me perdoar, mas, o Brasil é "guiado" por um Presidente, "analfabeto funcional" e de um ministro da Economia, "incompetente", "inconsequente" e advogado de formação. Nada contra advogados. Só falta orar e torcer para que o País não venha a ser uma Venezuela ou Irã.
Ossami Sakamori
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