É hoje, a definição da taxa Selic

 

Hoje é dia do COPOM do Banco Central se reunir para definição da taxa básica de juros Selic para os próximos 45 dias.   A expectativa é que mantenha a Selic nos atuais níveis de 15% ao ano, podendo em querendo baixar a taxa de juros em 0,5%, já que a inflação está sob relativo controle.    


           A taxa de juros Selic, tem a função principal de manter "liquidez" do sistema financeiro, além de "tentar manter" o poder de compra dos brasileiros ou manter a inflação no nível controlado.     A economia brasileira, está caminhando dentro de uma "certa normalidade", sem "sobressaltos", até pelo efeito da "taxa básica de juros" nos atuais níveis, para "inflação" dentro do "teto da meta", de 4,5%.   A meta da inflação do Banco Central é de 3%, com margem de 1,5%, oscilando para cima ou para baixo.   O índice acumulado nos 12 meses precedentes, está em 3,81%, bem abaixo do teto da meta de 4,5%, conforme explicado acima.   Curiosamente, hoje, o FED, Banco Central americano se reúne para definir a sua taxa básica de juros, também.    É apenas coincidência de data, não tendo relação direta entre os Bancos Centrais.    


           A outra notícia que me chamou atenção, hoje, é o resultado financeiro do BNDES, o Banco de Desenvolvimento do Brasil, a imagem do topo da página, que teve em 2025, o seu maior lucro da história da Instituição Financeira.   O lucro foi de R$ 15,2 bilhões, o resultado 15,4% superior ao do ano precedente.    Lembrando que a função do BNDES não é gerar lucro, mas de promover o "fomento às empresas brasileiras", com juros competitivos aos do mercado internacional.   Segundo informações do próprio Banco, os ativos totais chegaram a   R$ 962 bilhões, número recorde na história da Instituição. 


                Como tudo no Brasil, a imponência da sede do BNDES, contrasta com a finalidade da Instituição que é de "fomento" às empresas brasileiras.   A imponência dos edifícios públicos contrasta com a situação real do "povo brasileiro", que são os seus próprios contribuintes e ou usuários.    É uma característica presente nos países do "terceiro mundo", mostrar "o que não é" para "acinte" do prórpio brasileiro.   Está aí um dos principais motivos do Presidente Lula não querer "largar o seu osso", nestas próximas eleições.    Lula quer manter o seu "status" e "mordomias" de um Chefe de Estado do Primeiro Mundo, com as "gastanças" típicos de "novos ricos".


           Ossami Sakamori   

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