Brasil não quebra !!!

 


Vou começar a minha matéria de hoje, afirmando aquilo que muita gente, do Governo e da oposição afirmam, de que se a atual situação dos gastos públicos perdurar, o País "quebra".   Lamento informar aos "políticos de plantões" de que o Brasil é um país que tem condições de "superar" todas dificuldades que os analistas econômicos apontam.   Eu, mesmo, obervo as "dificuldades" que o Brasil está atravessando com o "desgoverno" do atual Presidente da República e da sua equipe econômica.    


               Mesmo assim, afirmo que o "Brasil não vai quebrar", respaldado em inúmeras razões, apesar do País estar com "equipe econômica, a atual, com pouco conhecimento da "macroeconomia", um verdadeiro "zero à esquerda".   O Brasil é maior que todos os políticos de plantões de todas matizes ideológicas.   Brasil é um País "robusto" !


            Virou costume, os comentaristas econômicos "pintarem" um quadro "caótico" da economia, sob ponto de vista da teoria "macroeconômico", que em parte é verdadeiro.     Quem está afirmando aqui, é um "estudioso" em macroeconomia, com viés "liberal", sem ser um "liberal ortodoxo", da linha de pensamento do economista "Jonhn Keynes", que marcou época no início do século passado, com sua teoria de "intervenção forte na economia" pelo Estado, tal qual se apresenta o governo do Presidente Lula, hoje.

    

              O  Presidente Lula, sem ter noção das "teorias macroeconômicas", em algum ponto pratica ou adota como "pilar" da sua política econômica, a "teoria defasada" do Jonhn Keynnes, a da "interferência do Estado na economia".    Mesmo nos Estados Unidos, quem modernizou a economia americana foi o presidente Ronald Reagan com a sua teoria conhecida da "desregulamentação da economia", baseada na tese do economista, o professor Milton Friedmann, que foi palestrante da Universidade de Chicago.    A mesma teoria liberal foi seguido pelo então ditador Augusto Pinochet, que deixou a "sólida formação" da economia liberal, que ultrapassou a fronteira dos governos de direita  à esquerda daquele país.  


             O fato concreto é que o Presidente Lula e sua "equipe econômica de plantão", não seguem nenhuma teoria testada, pelo menos, nos últimos 100 anos.   Tudo é feito no "improviso" ou "sobre o joelho", conforme as "demandas" que vão se apresentando a cada momento, unicamente, com o objetivo de "manter-se no Poder".     Presidente Lula se comporta como um típico "ladrão de galinhas" e pelo seu "séquitos seguidores" que aceitam seguir o "caminho da facilidade", que "fatalmente", num horizonte de médio a longo prazo, levará o País a uma dificuldade "econômica e financeira", com baixo crescimento.    

 

             Para o Presidente Lula o que interessa é, no momento presente, "manter-se" no Poder, "acreditando" na sua "capacidade de improvisos", que já deslocou o Brasil para a posição de 11ª economia do mundo global, com endividamento do Tesouro Nacional ao redor de R$ 10 trilhões, número próximo do PIB do País.    Apesar dos "desgovernos" de plantões, o Brasil é um País com potencial de crescimento que outros países do mundo não tem.    Brasil possui 8,5 milhões de km2 de território e cerca de 214 milhões de pessoas ajudando no crescimento do País.


             Tem um ditado popular que se encaixa perfeitamente, no presente caso, ao do Presidente Lula.   Ele, no final da linha na política, "está pouco rasgando" com as consequências para o seu País, desde que o seu nome seja "consagrado" na história recente da República.     Ele, o Presidente Lula, almeja o Prêmio Nobel da Paz, agraciado, também, ao então sindicalista polonês Lech Valeçsa e também pela venezuelana Maria Corina Machado, opositora do regime do Nicolas Maduro.  

            

           Enfim, o Brasil é muito maior do que as pretensões pessoais de cada Presidentes da República, de plantões !    Brasil não quebra!


            Ossami Sakamori   

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