Bagher Ghalibaf


Há uma esperança no final do conflito entre Estados Unidos e Irã.  Esta é a última notícia do CNN internacional da madrugada desta sexta-feira, dia 27 de março.   Em resumo, presidente Donald Trump deu prazo de 10 dias para que o Irã responda a proposta de "cessar fogo" definitivamente.   Para isso, como poder de "coação", enviou além das aeronaves de última geração e mísseis respectivos, 3 mil soldados que deverá ficar estacionados na base americana em Iraque.    


            Os Estados Unidos já "eliminaou" a linha de sucessão do regime islâmico do Irã, deixando aquele país, fortemente armado, ainda, sem um "comando efetivo".    O próximo alvo anunciado seria ou ainda é, a Ilha kharg e geopolitica, conforme comentei na matéria precedente.    O "ultimatum" seria como colocar "a faca no pescoço" dos regime iraniano, para solução do atual conflito.   


            O presidente Trump, escolheu como interlocutor do lado do Irã, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, como potencial "parceiro" e futuro "líder" do Irã.   A ideia, segundo a grande imprensa internacional, que o Ghalibaf desempenharia um papel semelhante aquele que a Delcy Rodrigues, que vem desempenhando na Venezuela, desde a deposição do Nicolás Maduro.


          Seja como for, o presidente Donald Trump, escolheu como saída diplomática para por fim ao conflito no Oriente Médio.   O presidente americano vem sofrendo "desgaste político" com o conflito no Oriente Médio, porque o problema do Irã, não estava "batendo nas portas" do simples cidadão americano.   Creio que o problema causado pelo Irã, sobretudo pelo fechamento do estreio de Ormuz, onde passa cerca de 20% do consumo do petróleo mundial, será resolvido com a possível trégua entre os dois países.   Ainda, assim, o preço do petróleo do tipo Brent está sendo negociado nesta manhã, no Brasil, acima de US$ 100 cada barril do tipo Brent.


          Ossami Sakamori      

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trump x Xijinping em final feliz ...

Lula e Janja na Coreia do Sul

Brasil, país de segunda linha