O noticiário nacional dá conta de que o banqueiro Daniel Vocaro, através do seu advogado noticiou ao ministro do STF, André Mendonça, de que está disposto a fazer "delação premiada" sobre os prejuízos que o Banco Master causou aos investidores institucionais, sobretudo, os Fundos de Pensões dos funcionários dos poderes públicos, municipais, estaduais e federal. Não se sabe, exatamente, o tamanho do "rombo", que poderá ser ao mínimo de R$ 50 bilhões, segundo a grande imprensa. Isto tudo, a delação premiada vai revelar. Vamos deixar esta tarefa para o ministro André Mendonça do STF.
Este blog, comentou numa matéria muito antes do estouro do Banco Master, sobre assunto pertinente ao personagem principal, o Daniel Vorcaro, na matéria postado como Nubank Epílogo no dia 8 de março último. Destaco aqui, o trecho pertinente ao assunto:
O que se comenta é que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, já teria oferecido letras de R$ 40 bilhões do próprio Banco Master. Neste imbróglio do Banco Master, é possível que os recursos do Daniel Vorcaro tenha permanecido no Nubank, em seu nome próprio ou numa situação contrária. Ao que se sabe, o Nubank é do colombiano David Junqueira e do americano Edward Wible, com sede no Brasil, na Colômbia e no Panamá. Nada contra o colombiano, dono da fintech, mas as conexões levantam ao mínimo suspeita de que os tais recursos tenha tomado um caminho desconhecido, que só o banqueiro Daniel Vorcaro tem condições de confirmar ou desmentir.
Hoje, com a delação premiada negociada do banqueiro, talvez, esta suposta e provável transferência de recursos do Banco Master para a Nubank, se efetivamente, veio a ocorrer, à essa altura, os tais recursos deverão estar em algum paraíso fiscal, via Panamá, onde Nubank tem agência. Lembrando que a instituição é do colombiano com sedes no Brasil, na Colômbia e no Panamá. As transferências de recursos entre Brasil, Colômbia e Panamá do Nubank, ocorrem sem "crivo" do Banco Central do Brasil, por se tratar de uma instituição com tripla nacionalidade. Para os correntistas do Nubank em nada afeta as tais transações, se é que efetivamente, ocorreu. Uma coisa é certa, o dinheiro dos correntistas podem estar sendo utilizado para fins não tão lícitas, pela origem do dono da fintech.
Pelo conhecimento que eu tenho do mercado financeiro global, se efetivamente, houve a aplicação de R$ 45 bilhões do Banco Master na Nubank, deve ter seguido a rotina normal de uma transação bancária, nada afetando com a solidez da instituição Nubank. Digamos que a Nubank pode ter sido usado como "rota de fuga" de parte de recursos do Daniel Vorcaro. Isto o ministro André Mendonça tem poder e dever de investigar.
Que cada um tire as suas próprias conclusões sobre a repentina "vontade manifestada de uma delação premiada" para a equipe do ministro André Mendonça. Muito estranho que o banqueiro Daniel Vorcaro, com vasta experiência em "atividades ilícitas" tenha resolvido fazer a "delação premiada" para livrar-se das penas de reclusão.
PS: Comentário de que o Vorcaro é mão aberta. Dinheiro roubado é assim mesmo ! Sem dó para gastar em festas e mordomias.
Ossami Sakamori
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