Simplesmente, Roberto Campos

 

Para quem acompanha os meus posts, neste espaço, cedido, gratuitamente, pelo Google, sabe que eu torço para que o Brasil de todos nós retome a trajetória do "crescimento sustentável" ao longo do tempo.   O País tem pressa de "retomar" o crescimento que marcou a história recente.   Por circunstâncias diversas, o Brasil "despencou" para posição de 11ª economia do mundo.   Coincidência ou não, isto ocorre no Governo Lula, PT.


             Não saberia dar o prognóstico do resultado da próxima eleição, que se realizará no mês de outubro, que ainda "depende" muito do "software" de apuração do TSE, mas, em tese, o anunciado pré-candidato pela "oposição" ao Presidente Lula, PT, será o senador Flávio Bolsonaro, PL.   Ele, o senador Flávio, até então, era um político de pouca atuação no Senado Federal.   Ele, o senador, fala pouco, mas sempre presente nos debates e se mudou para  Brasília, com a família, numa mansão no Lago Norte, desde que se elegeu Senador da República.    Digamos que o senador Flávio é uma figura "coadjuvante" do ex-Presidente Jair Bolsonaro, em função do seu "impedimento" pelo STF.   

           Para quem faz comentários na área econômica, como este que aqui escreve, a figura do "formulador" da "política econômica" e da "política fiscal", teria que ser uma pessoa com profundo conhecimento da "macroeconomia" para formular o "plano econômico" do País para o mandato a que se propõe.     A pessoa indicada teria que ter conhecimento da "macroeconomia" em profundidade, exatamente, oposta da Simone Tebet do Planejamento e do Fernando Haddad da Fazenda.    A falta de conhecimento das melhores práticas da "macroeconomia" está levando o Presidente Lula, analfabeto funcional, aos sucessivos  "déficits primários",   que leva o País a uma situação de "insolvência" do País, demonstrada pelos sucessivos "déficits primários" cada vez mais latente.   O "déficit primário" é o dinheiro que falta para cobrir as contas do Governo federal, antes mesmo de pagamento dos "juros da dívida pública".        


         O indicado para  dirigir a área econômica, se o candidato Flávio Bolsonaro, PL, vencer o candidato da situação, Lula da Silva, PT, segundo a grande imprensa, quem vai "dar as cartas" é o economista Roberto Campos ou Roberto de Oliveira Campos Neto, 56 anos, que é economista de formação, com passagem pelo Banco Santander e atualmente exerce cargo de políticas públicas na Nubank, há pouco mais de 7 meses.   O indicado pelo candidato Flávio Bolsonaro é economista formado pela Universidade de Califórnia e é neto do economista Roberto Campos, diplomata e ministro de Planejamento do governo Castelo Branco, de 1964 a 1966.  


            Se eleito o senador Flávio Bolsonaro ao cargo de Presidente da República, o País terá um dos melhores ou o melhor quadro dentre os profissionais da área da macroeconomia, com larga experiência na administração pública.   De repente, me acendeu a "chama da esperança", para que o Brasil possa tornar-se um dos membros do G7, os sete maiores economia do planeta, ainda, nesta década.    Vou torcer para que isto ocorra !   


           Ossami Sakamori

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