Mídia impressa não acabou !
O tradicional jornal de circulação nacional, da família Frias, da Folha de São Paulo, fundada em 1921, pelo Octavio Frias de Oliveira e hoje comandada pelo Luiz Frias e também donos do portal UOL, traz notícia muito interessante sobre a maior fortuna da maior fortuna do mundo em negócios comandada pela família do já conhecido, quase centenário Warren Buffet, de que havia investido cerca de US$350 milhões na compra de uma participação acionária no The New York Times.
Ainda, traz a Folha de São Paulo, que a decisão teria sido tomada pouco antes da aposentadoria do magnata Buffett. Poucos anos atrás, a holding Berkshire havia saído de todos os seus ativos de mídia, numa demonstração de ceticismo quanto ao futuro do setor, abalado pelas novas tecnologias de informações e pelo crescimento das redes sociais.
Entendo muito bem, a posição do até então, maior investidor em ações, o "hiper-mega" investidor Warren Buffet. Eu com mais de 8 décadas nas costas e militando na área da iniciativa privada por mais de meio século, já vi passar muitas transformações, na atual era, sobretudo na "área industrial" e na "área de tecnologia de informações". Hoje, o meio de comunicação é via "redes sociais" que chega até a maioria da população, dos mais cultos aos menos cultos.
O jornal americano The New York Times ou a revista britânica The Times e o jornal brasileiro Folha de São Paulo, junto com a revista Veja, tem sido referências para minhas matérias deste blog. Sem antes, referir ao jornal Gazeta do Povo de Curitiba, da família Cunha Pereira, que tem sido referência nacional, sobretudo na área política. A família Cunha Pereira é, também, referência nacional na área de mídia impressa.
Por algum tempo ou por muito tempo, as tradicionais mídias impressas não desaparecerão do cenário nacional e mundial, como acaba de demonstrar o "ícone" dos investidores tradicionais.
Ossami Sakamori
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