Entenda o que são os Banks

 

O mercado financeiro brasileiro está a mostrar maturidade, com o episódio do Banco Master e instituições financeiras fora da supervisão do Banco Central como as fintechs que utilizam o termo Bank, sem ser uma instituição bancária na forma tradicional, supervisionada pelo Banco Central e com o suporte do Fundo Garantidor de Créditos, que garantem depósitos até R$ 250 mil aos depositantes dos bancos supervisionados pelo Banco Central do Brasil, que supervisiona os atos do Conselho Monetário Nacional, órgão máximo que define a "política monetária" do País. 


           Em várias matérias precedentes, chamei atenção dos leitores de evitarem "exposição ao riscos" de suas economias.   O caso Banco Master e conexões produziram "prejuízos" estimados, até este momento, em   R$ 55 bilhões, em sua maioria Fundos de Pensões de estados e municípios.    Ainda há as fintechs que se denominam de Banks, como já nominados em matérias precedentes, como NUbank e outras instituições, não bancárias, utilizando o sufixo Bank, cujos controladores, muitas vezes, não são figuras de "ilibado conceito".    Ao contrário do que se comenta, num eventual quebra dos Banks, não os clientes destes não conta com a garantia do FGC - Fundo Garantidor de Crédito, por estes não estarem contribuindo com o FGC.   


          A aparente estabilidade no mercado financeiro, após o episódio do Banco Master, "não significa que voltou à normalidade" no sistema bancário ou do sistema de crédito.   O momento é importante, sobretudo aos pequenos investidores, de procurarem fazer suas aplicações nos já tradicionais instituições bancárias como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander, Itaú, BTG ou o próprio BRB, este último, garantido pelo Governo do Distrito Federal.    As minhas economias não vão para as "fintechs" que, mal divulgam o "currículo" dos seus verdadeiros donos.   O mais famoso Bank é de um colombiano, que poderá não estão utilizando os recursos dos usuários para financiamento de atividades lícitas.    As liquidações financeiras das fintechs não passam pelo sistema de compensação do Banco Central e muito menos contribuem com o Fundo Garantidor de Crédito.   Informações não verdadeiras correm na grande imprensa.


           A instabilidade no mercado de "fintechs", só terminará com a  "supervisão e fiscalização" do Banco Central e contribuição das denominadas Banks, para o Fundo Garantidor de Crédito.     Isto, também, não significa que todas empresas denominadas de Banks são "inapropriadas".    


          Ossami Sakamori

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