Brasil dá para tocar com os pés nas costas!

 

Uma pesquisa do instituto Meio/ideia divulgada nesta semana mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece tecnicamente empatado com Lula da Silva (PT-SP) nas intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições presidenciais no próximo mês de outubro.   As convenções partidárias para escolha dos candidatos ocorrem à partir do mês de julho.     


          Não saberia informar como ocorre no partido de sustentação do Presidente Lula, o PT.    Pela oposição, a grande imprensa coloca o Senador da República, Rogério Marinho, líder da oposição no Senado Federal, como principal figura na coordenação política do candidato, senador Flávio Bolsonaro, PL/RJ.  


            Rogério Marinho, PL/RN, é senador pelo estado de Rio Grande do Norte e foi ministro do governo Jair Bolsonaro, 2018/2022.   Ele é um senador experiente com trânsito em todos os partidos que compõe o Senado Federal, até pela sua função de "líder da oposição".    Pelo que conheço da sua trajetória política, ele não vai postular candidatura  ao cargo de Vice na chapa do Flávio Bolsonaro, PL/RJ.    Rogério Marinho vai costurar composição da chapa que leve o senador Flávio Bolsonaro à vitória. 


           A operação de compor a chapa do senador Flávio Bolsonaro, PL, é uma tarefa muito difícil, porque a escolha de um pode causar conflito com outro da coligação.   Aparecem como "possibilidade" os nomes como do Ronaldo Caiado, União Brasil e do Romeu Zema, Partido Novo, como principais favoritos para compor a chapa.    É possível que o nome do Vice da chapa do Flávio Bolsonaro não seja nenhum dos nomes citados por mim.   Neste momento, cresce a possibilidade de nome do PSD, liderado pelo experiente Gilberto Kassab, lançar como "tertius" para fazer "composição" no futuro.    Seja quem for o "escolhido" para compor a chapa do senador Flávio Bolsonaro, carregará o peso de tirá-lo da posição de "equilíbrio" com o atual Presidente da República, Lula da Silva, PT.  


         A política não é minha especialidade, mas, seja quem for o futuro Presidente da República, poderá ou não, "mudar o rumo" da economia brasileira, atualmente, sem uma "política econômica" que oriente o setor produtivo brasileiro e muito menos uma "política fiscal" equilibrada.    É uma "covardia" assistir a "estagnação" da economia do País, com "potencialidade" para ser o "celeiro do mundo", junto com os Estados Unidos.    Tem uma expressão popular que se encaixa na situação:  Brasil dá para tocar com os pés nas costas!   


             Ossami Sakamori



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