Brasil. Até quando vamos mendigar ?

 

O governo dos Estados Unidos, comandado pelo presidente Trump, apresentou um "déficit primário" de US$ 94,6 bilhões, no mês de janeiro de 2026, em comparação com um "déficit primário" de US$ 128,6 bilhões no mesmo mês de 2025.   Ainda, consta que as receitas aumentaram 9,1% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 559,8 bilhões, enquanto as despesas do governo federal aumentaram  em 2,0%, em ralação  ao ano anterior. 


         O que me impressiona, é a total "transparência" das contas públicas na "maior potência econômica do mundo, em "total contraste" com o Governo brasileiro.   O que sabemos do Orçamento da União para 2026 é que as despesas do Governo brasileiro para 2026, somará R$ 6,54 trilhões ou equivalente em moeda americana, grosso modo, em    US$ 1 trilhão, equivalente aos gastos do Governo federal do Brasil, de 2 meses das despesas do Governo americano. 


           Tanto aqui no Brasil como nos Estados Unidos, o "déficit primário" representa, "o dinheiro que falta" para cobrir as despesas do Governo federal.   Enquanto o governo Trump se esforça em reduzir o "déficit primário" para garantir o "poder de compra" da população,  aqui no Brasil, o Governo do Presidente Lula, se preocupa tão somente em aumentar a despesa do Governo federal, sobretudo em "programas sociais" de toda ordem para "garantir ou tentar garantir" a "popularidade" do Presidente Lula, em campanha para sua "reeleição".    


            Tanto faz, aqui no Brasil ou nos Estados Unidos,  os gastos sociais, como saúde, e segurança pública, são itens essenciais para "garantir a popularidade" do Presidente da República.    A diferença entre o Brasil e os Estados Unidos é a força do Congresso Nacional para aprovação ou desaprovação do Orçamento federal.   Lá, o Congresso Nacional tem força e aqui no Brasil, o Congresso Nacional apenas "chancela" as decisões do Palácio do Planalto, vinculados às "emendas parlamentares" para atender as suas bases eleitoreiros.   




            Infelizmente, não tem como fazer comparação entre dois países, um comandado pelo "empresário bem sucedido" e outro comandado pelo "analfabeto funcional" que defende o "multilateralismo", cooptando aos projetos chineses e russos.     O Brasil precisa "acordar" para ser uma das "potências econômicas globais", do tamanho da sua extensão territorial e da "garra e vontade" dos 124 milhões de pessoas, deixando de ser meros "coadjuvantes" e ser um dos "líderes globais", pelo "mérito" do que pela "politicagem" dos seus "dirigentes de ocasião".     


             Falta visão política, com "p" maiúsculo, aos dirigentes, atuais e futuros, para que o País passe a ser respeitado como um dentre as maiores economia do mundo, no contexto do G7 + 1.  Condições, o País, tem de sobra!


            Ossami Sakamori          

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