Rombo do Banco Master: R$ 45,4 bilhões !
Embora eu seja um estudioso em "macroeconomia", não acompanho o dia a dia do "mercado financeiro", que é um "mercado" muito dinâmico e a maior parte do "mercado" tem "interconexão" entre si, sobretudo as operações financeiras que são "liquidadas" pelo sistema Swifit, onde grande parte das operações são "compensadas".
O SWIFT - Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication, é um sistema internacional de mensagens bancárias, conectado em mais de 11 mil instituições financeiras em mais de 200 países para "transferências seguras". Ele foi criado em 1973 e sediado em Bélgica e padroniza informações código BIC/SWIFIT para pagamentos trans-fronteiriços rápidos e seguros, movimentando trilhões de dólares, US$, diariamente. Inconformados com esta situação, os países do BRICS, propõe "contabilização" das transações em "moedas locais". O sistema BRICS é de difícil implementação, porém, devido ao volume de transações, ficarem atrelados à moeda chinesa, conhecida como Yuan, que é uma centésima parte da sua moeda o Ren-men-bi. O mercado financeiro e o comércio global, preferem trocas comerciais em US$, dólar americano.
Diante da "interconexão" e "conversão das moedas locais", é difícil avaliar o "prejuízo" causado pelo "imbróglio" do Banco Master e das instituições financeiras conectadas, formal ou informalmente. O primeiro número apresentado ao mercado financeiro é de R$ 45,4 bilhões de "prejuízo" para os correntistas, sendo uma pequena parcela "coberto" pelo Fundo de Compensações de Crédito, mantido pelas próprias instituições financeiras "supervisionadas" pelo Banco Central do Brasil.
O mais grave nesta situação, que estão sendo revelados à "conta gotas" é o envolvimento, não só das autoridades financeiras, que deixaram o "problema" alcançar o "volume", R$ 45,4 bilhões, sem que a autoridade monetária, o Banco Central tivesse feito "intervenção" à tempo de evitar o tamanho "prejuízo" aos usuários, que são pessoas que "tem pouco a ver" com a "fiscalização" da Instituições Financeiras.
Uma boa parte do "prejuízos" serão absorvidos pelas entidades ligadas ao Governo federal e aos Governos estaduais, segundo a grande imprensa. A grande imprensa noticiou de que há cerca de 2 anos, o Presidente Lula teria recebido o "pivô das operações fraudulentas", o Daniel Vocaro, no Palácio do Planalto, acompanhado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, numa "agenda não oficial". O porquê da agenda "não oficial", o Palácio do Planalto, até este momento, não se manifestou.
O fato concreto é que o "prejuízo causado" às instituições do Governo federal e aos dos governos estaduais, não estão revelados, "por vergonha" ou "por conivência". Sabe-se, que o total do "prejuízo" está "mensurado" está em R$ 45,4 bilhões, muitas vezes maiores do que o prejuízo causado pelo "petrolão" como ficou conhecido outra falcatrua, na gestão do mesmo Presidente da República.
O Presidente Lula "finge" que o assunto Banco Master não é com ele, mesmo que ele tenha feito reunião informal com a principal figura da "falcatrua", o empresário Daniel Vocaro do Banco Master, muito antes do episódio. O envolvimento de alguns ministros da Corte Suprema do País, é uma evidência que macula, também, o Judiciário brasileiro.
Tudo que foi dito acima, não é da minha "ilação", mas, os fatos são narrados pela imprensa brasileira, que tem se portado com muita "independência". Viva "imprensa livre" do País, que, com coragem e determinação tem trazido informações transparentes sobre principais ocorrências no País!
Ossami Sakamori
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