Perspectiva para 2026
Enquanto no cenário externo há grandes movimentações políticas desencadeadas pelo presidente Trump, como intervenção na Venezuela; tentativa de anexação da Groenlândia e possível intervenção militar no Irã, o Brasil caminha a "passos lentos", como caminhar de um tartaruga, quase parando. Tem um ditado popular que diz: "Tudo começa depois do carnaval". Para azar do setor produtivo, o Carnaval deste ano será na última semana de fevereiro.
Assim mesmo, vamos "catar" alguns assuntos que são comentados na grande imprensa brasileira. As primeiras páginas de jornais brasileiros tratam do assunto sobre a intervenção extra judicial do Banco Master e da Reag Distribuidora de Títulos e Valores, que parecem ter "conexões" entre as duas instituições financeiras. O noticiário tem ocupado manchete dos jornais pelo envolvimento dos membros ou família dos membros do STF, a mais alta corte do País.
Enquanto discute o caso "Master", o assunto dos "rombos" das contas do Governo Lula, vão perdendo grau de importância. Não se fala mais sobre a importante "política fiscal", que envolve as contas do Governo federal, muito menos sobre a "política econômica", inexistente no Governo Lula, neste seu terceiro mandato. Pobre do País que as discussões ocorrem nos assuntos de baixo nível intelectual, que diz mais os aspectos da vida pessoal do Presidente Lula e do ex-Presidente Bolsonaro. O ex-presidente está cumprindo determinação do STF, numa prisão do "Papudinha", degradante para um ex-Presidente, sendo que o outro ex-presidente da República, o Fernando Collor, cumpre pena em prisão domiciliar no seu apartamento de cobertura num luxuoso edifício de Maceió em Alagoas. O atual Presidente da República, Lula da Silva, deixou de comparecer à assinatura do tratado Mercosul-União Europeia, em função de um eventual "mandato de prisão" em decorrência de um possível envolvimento financeiro com o ditador Nicolas Maduro, preso na penitenciária em Nova York. Imagino a tamanha apreensão do Presidente Lula, com a intervenção dos Estados Unidos naquele país. Na linguagem "chula", a esta situação se define como "ter rabo preso". A grande imprensa brasileira, comprometido com as "verbas publicitárias" do Governo federal, nada comenta sobre o assunto.
Assim, o País vai caminhando a "passo de tartaruga" no caminho do "desenvolvimento econômico", apesar de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da própria China. Apesar os Estados Unidos e a China serem os maiores produtores de alimentos do mundo, são, também, os maiores importadores dos grãos do Brasil.
No campo da política internacional, os Estados Unidos, excluiu o Brasil do G20, grupo dos 20 países mais influentes do mundo. O Brasil, do Presidente Lula, está cada vez mais afastando das principais decisões políticas do mundo global, por pura "opção política" do Presidente Lula em associar com os regimes "não tão democráticos" como a Venezuela do Nicolas Maduro e Irã do ayatollah Khamenei, faz opção aos regimes antidemocráticos.
Enquanto isso, as contas do Governo federal estão previsto para "fechar" mais um ano com o famigerado "déficit primário" em 2026. E o Banco Central, neste início do ano, sinaliza a taxa de juros dos títulos do Governo, a Selic, no mesmo nível de 15% ao ano, com tendência de ligeira queda no final deste ano. O Brasil deve crescer, neste ano, ao entorno de 5%, grande parte, devido aos "gastos" decorrentes das campanhas eleitorais em nível federal e estadual.
PS: Continue comprando ativos atrelados ao dólar americano, US$.
Ossami Sakamori
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