Perspectiva do Brasil em 2026

 




O assunto que ocupou as mídias de imagens, as emissoras de TV do mundo e também do País, foi a "intervenção militar" dos Estados Unidos na Venezuela com prisão do "ditador" Nicolas Maduro, aliado incondicional do Presidente Lula, PT.   O episódio, comentado pelo Presidente brasileiro como sendo "interferência indevida" do presidente Trump, Republicanos, poderá causar um "distanciamento" nas relações bilaterais entre as duas potências dos continentes americanos.    Certamente, o tema será muito comentado nas campanhas eleitorais entre "situação" e "oposição" no Brasil.    


            No campo da economia, o País cresceu "acima do esperado" nesses últimos três anos, porém, começa a dar sinais de "desaceleração", na opinião dos analistas econômicos. Na minha opinião, um certo "cansaço" ou "saco cheio".    Do lado do crescimento, o setor de serviços segue com o maior peso do PIB, porém quem tem puxado o avanço é, como sempre, o setor de agronegócios, impulsionado pelo "volume físico" mais do que financeiro, que tem alimentado o crescimento do PIB.   Segundo analistas econômicos, o PIB - Produto Interno Bruto, em 2026, a estimativa de crescimento ser de 1,80% contra o fechamento previsto de 2,26% para o ano que encerrou no último dia 31.  Seja como for, o Brasil continuará "em crescimento", com inflação em relativo controle.


         Com as eleições, em nível federal e estadual, com adicional de gastos pelos governos atuais, para "azeitar" as campanhas eleitorais, em "obras de infraestruturas" com "visibilidade" e farta exposição de "entregas de obras" e gastos nas campanhas eleitorais aos cargos majoritários, vão fazer avançar, ligeiramente, a atual posição do Brasil no PIB global.  

               


           
     Seja como for, já incorporando os gastos públicos devido ao ano de eleições, já comentado aqui e em matérias precedentes, o País deverá no final deste ano, 2026, crescimento no PIB em 5%, ao menos.  A taxa básica de juros Selic, com ligeira queda no final do ano e a inflação ao nível do teto da meta, de 4,5% (centro da meta é 3%).    O dólar americano deve operar próximo de R$ 6, podendo em algum momento, romper este número.   O índice B3, da Bolsa de Valores, a tendência é manter como o piso, o atual patamar de 160 mil pontos, podendo "romper" com relativa facilidade os 200 mil pontos.    Recomendo, no entanto, aplicar em papeis de "primeira linha" mantendo distância nas operações de risco de "alta rentabilidade", muitas vezes associadas às "atividades ilícitas".    Não vou comentar os ativos de alto risco, por questões de ética profissional e tampouco vivo nesse "mundo político" que muitas vezes são associado ao "crime organizado", como pode constatar pelos noticiários da imprensa.   


         Cada um, os reles cidadãos, como este, tem o seu perfil de investimento no setor financeiro, sendo que a minha posição particular é investir em imóveis comerciais, sobretudo áreas de terras, comerciais ou agrícolas e manter posição dos disponíveis em "renda variável" em papeis com algum grau de risco com "extraordinário" ganho ou perda financeira e continuar mantendo a "posição" em "dólar americano", em papel moeda, oficial, em pequeno volume, para uma eventual emergências.    Com transações em PIX, com vigilância permanente do COAF, recomendo realizações de negócios ou aplicações, oficialmente.    Claro, estou a  falar em transações comerciais ou financeiras  lícitas.    Fora disso, as operações financeiras ilícitas correm solto na Faria Lima ou nos escaninhos conhecidos na Capital Federal.  Como eu, particularmente, não transito nessas áreas e nem conheço os operadores dessa modalidade de aplicações e nem, tampouco, tenho empresas nos "paraísos fiscais", como os grandes empresários e as notórias figuras políticas brasileiros.     


          O principal parâmetro para este ano será: a) Bolsa de Valores, B3, buscando 200 mil pontos, durante o ano;   b) inflação ao redor de 5%;  c) crescimento do PIB ao entorno de 5%;  d) taxa Selic ligeiramente abaixo de 15%.   e) Disputa acirrada para Presidência da República entre os candidatos do PL e PT,  com tendência de desgastes do candidato da situação.  Oposição "poderá" vencer eleições em nível federal com pequena margem.   Infelizmente,  o Brasil navega no "mar revolto" com "Capitão cachaceiro", tal qual um "Titanic", navegando no mar de incertezas!    


          Ossami Sakamori 

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