O populismo do Lula

 

Nesta manhã, dia 3 de janeiro, a principal notícia é a "capitulação" do Nicolas Maduro, presidente venezuelano, pelos Estados Unidos, após intenso "cerco" e "pontuais bombardeios" ao território venezuelano.   O cerco do território venezuelano já vinha acontecendo há muitos dias, com deslocamento de porta avião e submarino nuclear do Ministério de Guerra dos Estados Unidos.   Dificilmente, haverá intervenção de outros países no conflito.   

   

            No "front interno", a divulgação dos números da economia brasileira, sobretudo, das contas do Governo federal, foi o destaque na imprensa nacional.   O PIB - Produto Interno Bruto, que inclui os setores  públicos e privados, terminou o ano em  R$10,9 trilhões, enquanto a dívida púbica representado pelo títulos do Tesouro Nacional em R$9,75 trilhões, o pior resultado da história recente.  


            Os gastos do Governo federal, somente na Previdência Social, foi de próximo de  R$1 trilhão e no programa Bolsa Família, de 160 bilhões.    Do total de gastos, os serviços da dívida pública, englobando juros, em sua maior parte, atrelado à taxa Selic, absorveu cerca de 40% do total de gastos do Governo federal.   Seja qual for a denominação que se queira dar à "política fiscal" como queria o então ministro da Fazenda com a denominação de "arcabouço fiscal", como artifício para "enganar" a população, o ano de 2025 terminou com o "déficit primário" pelo terceiro ano consecutivo, ao torno de R$ 70 bilhões.   


            Para leigos entender a situação do "déficit primário" é uma situação "vergonhosa", tal qual um cidadão que "vive de contas no caderno", das "cachaças" que ele toma no "boteco de esquina".   A qualidade dos gastos públicos no Brasil é um questionamento que deve ser analisado com profundidade.   Os gastos em "programas sociais", no meu entender, é uma forma de criar e manter o "curral eleitoreiro" dos "políticos de plantões", no poder.   Isso tudo que acontece no País é para fins de manter a "popularidade" junto à camada de população de "baixa renda" e de "baixa escolaridade".   Há que refletir esta situação que perdura há algum tempo.   Haverá sempre um "metalúrgico esperto", querendo tirar o proveito da situação das pessoas de classes menos favorecidas.  


          Ossami Sakamori

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trump x Xijinping em final feliz ...

Brasil, país de segunda linha

Governo Trump quer reabrir o "Caso Odebrecht"