Maria Corina Machado

 

Serei breve no comentário de hoje.  Estou atônito por falta de opção política na escolha de Presidente da República, no próximo dia 4 de outubro.   Os eleitores brasileiros deverão escolher, pelo menos, até este momento, o Presidente Lula, PT, em exercício, cansado da idade, dito pela revista britânica The Times e doutro lado, pela oposição, o senador Flávio Bolsonaro, filho do líder da direita, o presidente Jair Bolsonaro, PL, ainda, com possibilidade de se apresentarem outros candidatos, porém, com pouca possibilidade de vencer o pleito, que será disputadíssima, conforme mostra as últimas pesquisas sobre "intensões" de votos.   Um país com 8,5 milhões de Km2 e 214 milhões de habitantes e 10º PIB do mundo, a falta de uma "opção política" à altura do País é "apequenar" a sua dimensão real.   

        A figura do topo se chama Maria Corina Machado, líder político venezuelano, com coragem e "vontade política" de mudar o seu país, a Venezuela.   Ela própria é uma engenheira industrial, professora e política, serviu como deputada da Assembleia Nacional Venezuelana entre 2011 e 2013, quando teve seu mandato "cassado" pela mesa diretora da Assembleia Nacional, comandada pelo, então, Hugo Chaves, antecessor do Nicolas Maduro.   Com mandato cassado, Maria Corina indicou como candidato, Edmundo Gonsález, cassado, também, pelo regime Nicolas Maduro, antes da posse. 


           A Corina Machado, 58 anos, nasceu em Caracas e tem formação em Universidade Yale, Andrés Bello Catholic University e pelo Instituto de Estudios Superiores de Administración.    Ela faz parte do Partido Vamos Venezuela.   Ela é detentora do Prêmio Nobel da Paz e Prêmio Sakharov.   Ela, também, é fundadora da organização Vamos Venezuela, Súmate. 


           A Corina Machado, voltou ao holofote da imprensa internacional, pela recepção dela pelo presidente Donald Trump, no salão oval da Casa Branca, a honraria que poucos chefes de Estados recebem.    Num gesto de respeito pela intervenção americana no seu país, com prisão e sequestro do Nicolas Maduro, a Corina Machado, por sua iniciativa, "simbolicamente" compartilhou o Premio Nobel da Paz, um gesto que teria agradado o presidente americano.   Com certeza, Corina Machado deverá ocupar posição importante na transição ou na intervenção dos Estados Unidos na Venezuela.   


            Esta mulher, mãe de 2 filhos e com formação acadêmica sólida, deveria servir de exemplo para os políticos brasileiros, que, com "certeza absoluta" deverá ter entre os políticos atuantes no País, figuras públicas como a da venezuelana Corina Machado.     Enquanto, o Brasil é liderado pelo Presidente da República, um analfabeto funcional e candidato da oposição, um senador da República, filho de um líder político como Jair Bolsonaro, sem o "carisma" e "liderança" do seu genitor.


         Uma coisa é "cristalina": Deverá haver entre os 214 milhões de brasileiros, uma "figura política" capaz de conduzir o País ao caminho do "desenvolvimento sustentável", no tempo e no espaço, sem os "vícios de origem", como tem os postulantes de hoje.    O eleitor brasileiro é obrigado em optar entre dois candidatos, por enquanto, medíocres.


           Ossami Sakamori

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