Kevin Warrsdh
Hoje, pela manhã, estava a assistir depoimento do Daniel Vorcaro e também do presidente do BRB, sobre o caso Banco Master, cujo prejuízo ao Banco de controle do Governo do Distrito Federal, o BRB, pode chegar, segundo a imprensa ao redor de R$ 12 bilhões ou muito mais. Diante dos fatos e dos números, chega-se a conclusão de que o Banco Central do Brasil tem total "conivência" com o "rombo" causado pelo Banco Master e coligadas no sistema financeiro nacional, pela "demora" na "intervenção" ao "conglomerado financeiro", uma "teia de aranha". No final das contas, o prejuízo quem paga é o "contribuinte" brasileiro, diretamente através de "tarifas", "contribuições" e "impostos". Parte do prejuízo é garantido pelo FGC, que é um Fundo mantido pelo próprio sistema financeiro. Ainda, segundo informação da grande imprensa, o Presidente Lula, teria conhecimento do assunto, há pelo menos dois anos, através de reunião "privada" no "recinto do Palácio do Planalto" com o próprio estelionatário, o Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Nos Estados Unidos, hoje, terá a confirmação da indicação do Kevin Warrsh para assumir a presidência do Federal Reserve, o FED, em substituição ao Jerome Powel. O presidente Trump, em atrito permanente com o até então presidente Jerome Powell, disse: "Conheço Kevin há muito tempo e não tenho dúvidas de que ele será lembrado como um dos grandes presidentes do FED, talvez o melhor", afirmou o presidente americano em uma publicação num jornal americano de menor expressão.
Lá nos Estados Unidos, como aqui no Brasil, a disputa ao entorno da "política monetária" é constante. O Governo quer juros do título do Tesouro, menor, visando expansão da atividade econômica, enquanto o Banco Central se preocupa em "estabilidade da moeda" ou manter a "inflação" sob controle. Aqui é o Gabriel Galipolo, em constante desacordo com a equipe econômica do Presidente Lula. Desta feita, lá nos Estados Unidos, o recém indicado presidente do FED, é uma pessoa "mais afinado" com a política econômica protecionista e expansionista do presidente Trump.
Como a economia dos Estados Unidos abocanha cerca de 27% do PIB global, a indicação do novo presidente do FED, ganha importância, também, para os brasileiros. Vamos desejar que o Kenvin Warrsch tenha sucesso na política monetária, baixando juros do título americano aos níveis históricos.
Ossami Sakamori

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