Importância do Banco Central
Não vejo empecilho nenhum em comentar sobre o mercado financeiro e opinar sobre agentes financeiros formais e informais. Dá-se a impressão de que, para os profissionais do mercado, com autorização para atuar como "agente" do mercado para "operar" em nome dos investidores individuais e coletivos. Cria-se "clima de "dificuldades" para vender "facilidades". É assim que funciona o "mercado financeiro", num clima de "incerteza".
Há no "mercado financeiro", aplicações das suadas economias de brasileiros em instituições credenciados pelo Banco Central e outros tantos "sem supervisão" da Instituição máxima do setor financeiro, o Bacen como é conhecido no mercado de capitais. As instituições credenciados pelo Banco Central, seguem as regras normais instituídas como o "depósito compulsório", que é uma parcela do depósito ou de aplicações em títulos dela, para garantir ao mínimo o levantamento dos depósitos, garantido pelo Fundo Garantidor de Créditos, mantido com os recurso sobre um percentual para cada operação financeira das Instituições Financeiras sob supervisão do Banco Central do Brasil. O caso não se aplica aos depósitos em conta numa instituição financeira não supervisionadas pelo Banco Central, como são os casos de Fintechs financeiras, o Nubank, PicPay, Inter e outros tantos.
No momento de "euforia" no mercado financeiro, como está acontecendo, assim, tudo é nivelado no "mesmo patamar", as instituições financeiras que sofrem "pesados enquadramentos" e "supervisão" diária nas "compensações financeiras, diárias".
A diferença só vai aparecer numa "eventual" quebra dessas "fintechs". Não haverá o Fundo Garantidor de Créditos para estes, porque não usam o sistema de compensação financeira "supervisionada" pelo Banco Central do Brasil. Tem algumas determinadas "fintechs" que se apresentam como "instituição financeira" credenciada pelo Banco Central, porém não está. Uma destas instituições financeiras, não vou citar o nome, é de um colombiano, sem desmerecer o povo colombiano, que está movimentando muitos R$ bilhões. O esquema é como uma "pirâmide financeira", só mantém liquidez quando está "crescendo".
PS: Nada contra colombiano, porém, a fintech Nubank é de um único colombiano.
Ossami Sakamori
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