Brasil merece "coisa melhor" !


Não haverá nenhuma novidade na trajetória da economia brasileira, é o que estamos vendo com o avançar das campanhas eleitorais do Presidente Lula para sua reeleição  e candidato posto até aqui do Flávio Bolsonaro, PL/RJ e ainda sem definição dos candidatos aos seus Vice.   Dentro do contexto, o País deve crescer 5% neste ano, com inflação dentro do teto da meta de 4,5%.    Os indicadores econômicos serão os principais "cabos eleitorais" para reeleição do Presidente Lula ou eleição do candidato da oposição.


            Quem imaginava que a "intervenção americana" na Venezuela trouxesse algum reflexo na "política interna do Brasil" se enganou, inclusive a este que aqui escreve.   O presidente Trump consolidou a intervenção americana na Venezuela com o apoio surpreendente da vice presidente Delcy Rodríguez, no posto desde 2018, no governo Hugo Chaves.   Institucionalmente, o presidente americano encontrou "parceria e aceitação" da vice Delcy Rodriguez que, desde a "intervenção americana" faz o "jogo" do presidente Trump.    Marina Corina Machado terá que esperar uma outra oportunidade para assumir o poder.   


             Com Delcy na condição de presidente venezuelano, o presidente americano, vai atrás do seu segundo objetivo que é anexação da Groelândia, onde já tem base militar, ao território americano.     E o presidente Trump, já anunciou que o terceiro objetivo é a derrubada do regime socialista da Cuba.    Não fez, até este momento, nenhuma referência ao Brasil, a não ser o apoio explícito à pessoa do ex-presidente Jair Bolsonaro.    Brasil e Colômbia já estão fora da mira de interesse do presidente Trump.  


            No front interno, cabe ao candidato da oposição ao Presidente Lula, qualquer que seja ele, mostrar o "programa de governo" que "justifique" a mudança de rumo do País, sobretudo na economia, que tem demonstrado "certa estabilidade" no crescimento econômico e no índice de inflação.   O candidato da oposição, seja ele quem for, terá de mostrar o que está se propondo, com "política econômica" bastante clara e de "política fiscal" ao menos no "equilíbrio", sem os famigerados "déficits primários", que só aumenta o "endividamento público", próximo de R$ 10 trilhões.     Sob o ponto de vista "macroeconômico", o País está "quebrado".


            Com sucessivos erros ou a falta de uma "política econômica" e de uma "política fiscal" consistente, a população em geral, já entende do que é a uma "política econômica" e a falta dela, poderá causar "instabilidade política e social", o que vem ocorrendo no País.    Cabe a nós, os letrados, defender o candidato que apresente o "programa de Governo" viável sob o ponto de vista "econômico e fiscal".    Chega de aventureiros, seja ele alfabetizado ou não.   Brasil merece "coisa melhor" !         


              Ossami Sakamori     

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