Ano de 2026. O resultado não corre atrás de Você !

Crédito da imagem: Infomoney

Hoje, dia 2 de janeiro do ano de 2026, que coincide com o ano de eleições presidenciais, no próximo mês de outubro.    Até a definição do Presidente da República que governará o Brasil nos 4 anos seguintes, as atividades econômicas do País vão "andar de lado", expressão usado no mercado financeiro para incerteza.   Isto são apenas análise superficial dos agentes financeiros.   Porém, a realidade se impõe às situações "anômalas", no meu ponto de vista.   Não falo como um "vidente", mas com algum conhecimento sobre a "macroeconomia" e do "mercado financeiro global".   


         Começando pelo "mercado financeiro global".   Não há nenhum "fato novo" que justifique mudança radical nos rumos da economia global e muito menos "incertezas" nas políticas econômicas dos Estados Unidos, da China e da União Europeia.   Os grandes ajustes, sobretudo pelas novas "tarifas de importações" impostas pelo Donald Trump, já foram "absorvidos" pelo mundo global.   A economia global já "precificou", um termo informal que não se usa mais, mas, que representa bem o "novo cenário global".   


           No "front doméstico", com as eleições em níveis estaduais e sobretudo em nível federal, com as candidaturas já colocadas, ainda, informalmente, do atual Presidente Lula, PT e do ao menos, do candidato da oposição ao atual Governo, o nome do senador Flávio Bolsonaro, PL.   Ao que se apresenta até este momento, respectivamente "situação" e "oposição", o empresariado da Faria Lima e sobretudo do setor de "agronegócio", que os conhecem muito bem, estão, neste momento, apenas observando os programas do Governo.    Com as candidaturas colocadas, seja quem for o vencedor, não haverá mudanças radicais na "política econômica" ou a "ausência dela".    O empresariado brasileiro, aprendeu a caminhar sozinho, acreditando somente na sua "capacidade produtiva" e lobby próprio dos setores.    No ano de eleições, não deverá ser votada nenhuma medida estruturante na área econômica, o que de certa forma assegura "estabilidade" na área produtiva do País.    Não vejo, também, no horizonte próximo, mudanças radicais na área econômica como ocorreu no ano de 2025, com imposição de "tarifas de importação" pelos Estados Unidos.    

           Feito as considerações iniciais, podemos delinear, sem medo de errar, os possíveis parâmetros da economia no País, baseado nos números passados e na conjuntura do País, com eleições aos cargos majoritários na esfera federal e estadual.    Na minha avaliação, o resultado das eleições não influirá significativamente no desempenho econômico do País, ao menos nos próximos meses.    O atual Presidente da República, Lula da Silva, PT e o principal e virtual candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, PL, são, no meu ponto de vista, como "irmãos siameses".   Cada um repetindo o gesto do outro.   Única diferença é a idade de cada um.   Presidente Lula, se reeleito, terminará o mandato com 85 anos, motivo de comentário da revista The Economist.   Por outro lado, o senador Flávio Bolsonaro, primogênito do Presidente Jair Bolsonaro, terminaria o mandato de 4 anos, com 49 anos, se eleito.  Para mim, o Lula,  com minha idade, está velho demais para administrar um país com dimensão continental.    Um Presidente da República que vive tropeçando em escadaria e ter queda em banheiro, não tem a vitalidade necessária para cuidar de 8,5 milhões de Km2 e 214 milhões de pessoas, espalhados nos 4 cantos do País, do Chuí ao monte Roraima.      

         Na área econômica, sem uma "política econômica" da atual gestão, e felizmente, o Brasil é coberto com os agentes produtivos do agronegócios e de serviços, independentes dos Governantes de plantões, que impulsiona o País, com "crescimento econômico" ao mínimo de 5% e inflação dentro da meta do governo, ao entorno de 5%.   O  centro da meta do Banco Central é de 3% com variação de 1,5% para cima ou para baixo.  


            Após gestão desastrada da presidente Dilma, PT, que terminou em impeachment,  os sucessivos governos, do PT ao PL, pareciam ter aprendido as saudáveis "regras macroeconômicas", o de equilíbrio fiscal, independente das políticas sociais de cada Governo, com muitas "derrapagens" no Governo Lula, com seguidos "déficits primários".    


           Em resumo: O Brasil deverá crescer ao menos 5% neste ano que iniciou ontem, o esperado 2026 !    Devemos, eu e Você, correr atrás do "lucro" para não ter de correr atrás do "prejuízo".    Eu  estou bastante otimista com o resultado pessoal e coletivo, neste ano de 2026.  O mesmo desejo é para Você, leitor deste.   Sucesso, sempre !!!   Correr atrás, sempre!!!   Sem investimento pessoal, o lucro não corre atrás de Você!   O resultado terá que ser buscado, sempre! 


          Ossami Sakamori      

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