A disputa da Groenlândia e outros temas
Sem nenhuma novidade, no front doméstico, o assunto internacional, do momento, é a declaração unilateral do presidente Trump sobre "ocupação" da Groenlândia, uma porção de terras composto, exclusivamente de geleiras, com cerca de 2,1 milhões de Km2, grosso modo, tamanho da floresta Amazônica.
A Groenlândia, é a maior ilha do mundo, nela vivendo cerca de 57 mil habitantes, cerca de 3% da população da capital do Paraná. Apesar do tamanho territorial, a população de etnia inuítes e uma minoria dinamarquesa, vivem de economia local baseado em pesca e comércio.
Embora, esse porção de terra pertença à Dinamarca, não há sinais de presença dos dinamarqueses no território. Presume-se que a população local, os inuítes, tenham a nacionalidade dinamarquesa. Os Estados Unidos já possuem base militar na Groenlândia, uma vasta porção de terra, ao norte do Canadá. A costa sul da Islândia, se é que podemos dizer, faz fronteira com o Canadá, separado por um "estreito", que faz ligação entre costa oeste dos Estados Unidos e o continente europeu. O presidente Trump tem receio de que o "estreito" seja controlado pela Rússia do presidente Putin e ou pelos chineses do presidente Xi Jinping.
Considerando como alternativa de rota para a costa Pacífica dos Estados Unidos, que, hoje são feitos "exclusivamente" pelo canal do Panamá ou por terra, a Groenlândia ganha importância fundamental, mais do que pela vaidade pessoal do presidente Trump.
Esses temas fora da pauta, faz-me aprofundar cada vez mais nos assuntos da economia global. Tal qual, a invasão da Venezuela, tem como objetivo o "controle" da maior "reserva" de petróleo do mundo, mais do que domínio geopolítico da região. Neste quesito, o Brasil para os Estados Unidos representa mais "ônus" do que "bônus", ademais o País já é considerado como "quintal" dos Estados Unidos, com bases militares americanos no Rio Grande do Norte e no Maranhão, encravados no norte do País.
No mais, o Brasil do Presidente Lula, está "deitado eternamente" esperando um "clarão de luz" para o "desenvolvimento econômico". Nesta posição "passiva" do povo brasileiro, fica claro a dificuldade do País, com vasto potencial econômico e social, encontrar o seu "estreito de Groenlândia".
A última notícia boa é que o Presidente Lula foi nomeado pelo presidente Trump, como membro da Comissão de Paz, juntamente com o presidente argentino, da Turquia, do Egito, Tony Blair do Reino Unido e pelo atual Primeiro ministro do Canadá. De princípio, cada membro indicado deve arcar com as despesas iniciais para o funcionamento da Comissão de Paz, um aporte inicial de US$ 1 bilhão. Para o ego do Presidente brasileiro, fazer parte de uma Comissão da ONU é uma honraria que ele se acha merecedor, já que o Premio Nobel da Paz foi para a venezuelana Marina Corina Machado. Por hoje, já está de "bom tamanho", para este início do ano.
PS: A última notícia, que afasta possibilidade de conflito na Groelândia é o apoio inesperado do Putin ao plano do Trump.
Ossami Sakamori
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