Tudo para reeleição do Presidente Lula

 

Os indicadores econômicos apontam que a economia brasileira vive momentos em que os tradicionais modelos parecem terem perdidos o manual de instruções da macroeconomia.    Segundo tradicional revista Veja, o atual conjunto de dados apresenta geração de "paradoxos", ou seja: juros da dívida pública, Selic, em alta, convivendo com o desemprego em baixa e renda média dos trabalhadores crescendo acima da inflação.    Continua a análise da revista Veja: A inflação de serviços "resiste" de forma "teimosa" apesar de um ciclo de "apertos monetários", que, em tese, deveria arrefecê-la.   Pode ter certeza de que "alguém" está pagando esta conta.  Não tem almoço grátis, no mundo real.   


           Brasil vive um verdadeiro "paradoxo", do crescimento econômico convivendo com a inflação sob "relativo controle", ao entorno de 5% ao ano, enquanto a meta de inflação é de 3% ao ano, com margem de 1,5% para cima ou para baixo.   Em tese, está dentro do "teto" da meta de inflação do Banco Central seria de 4,5% e o "piso" de 1,5%.   No entanto, o que preocupa é o tamanho da dívida pública federal, a do Tesouro Nacional que marcava de R$ 9,748 trilhões no último mês de setembro, aproximando celeremente de R$ 10 trilhões.    O Tesouro Nacional pagando juros à base de taxa Selic, no final deste ano, a dívida pública federal terá ultrapassado, de longe, a marca dos R$ 10 trilhões.   Pela conta, caberia a cada um de nós, de crianças aos velhinhos, a dívida pública de R$ 46 mil "per capita".  


          A principal causa do "endividamento público" decorre dos "gastos públicos" acima da arrecadação, gerando o pernicioso "déficit primário", número antes mesmo de computar os juros e amortizações da "dívida pública federal".   A atual administração, a do Presidente Lula, não se preocupa em "equilibrar" as contas públicas, dentro das receitas de impostos, contribuições e tarifas.    Resumindo, o Presidente Lula, gasta mais do que arrecada para "conquistar" os votos do seu "curral eleitoreiro", beneficiários que são de inúmeros programas sociais.  


           No meu entender, os gastos do Governo federal, sem mesmo considerar os dispêndios referente aos serviços da dívida pública, estão "acima da sua capacidade de arrecadação" de impostos, contribuições e tarifas.   O Governo do Presidente Lula está gastando mais do que permite a arrecadação.  Não adianta à essa altura, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vir ao público com o seu imaginário "arcabouço fiscal", que nada mais é do que "política fiscal" renomeado para atender aos seus próprios interesses, fugindo da tradicional interpretação da "macroeconomia".   Até nisso, o governo do Presidente Lula é bastante criativo:  Criativo para enganar a população brasileira.  


            PS: Na situação descrita acima, há três saídas possíveis:   1. Cortar as despesas da estrutura do Governo federal;   2. Aumentar a carga tributária para conter a alta do saldo da dívida pública;  3. Deixar explodir para se candidatar como o "Salvador da Pátria".   

           

           Ossami Sakamori 

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