Quem quer dinheiro?
O Presidente Lula já confirmou que o salário mínimo de 2026 será de R$ 1.621. Como tudo está atrelado ao salário mínimo, muitas rubricas alteram de acordo com o reajuste programado. O Fundo Eleitoral prevê um gasto adicional de R$ 5 bilhões para realizações de eleições em nível federal.
Sem o pagamento da dívida pública, o Orçamento Fiscal prevê gastos de R$ 4,7 trilhões, sendo desse total, R$ 4,5 trilhões para manutenção da máquina pública federal, incluído gastos das entidades subordinadas aos orçamentos dos ministérios como Universidades Federais e vários órgãos de controle como a ANAC. Para o Orçamentos de investimentos está previsto gastos previstos de cerca de R$ 200 bilhões. É aqui que mora o "perigo", o de compra de votos ou de influências.
Para o ano de 2026, a meta fiscal é de "superávit primário" de R$ 34,3 bilhões, mas, o próprio Congresso Nacional, com os partidos da situação ocupando a maioria das Casas Legislativas, Senado e Câmara, contando com as "defecções" nos partidos de oposição, o Congresso Nacional, aprova, o Orçamento Fiscal que o Poder Executivo quer.
O que destaco acima é o gastos de quase R$ 200 bilhões, sob rubrica de "Orçamentos de investimentos", que correspondem as obras distribuídas em todo território nacional, com vistas às eleições presidenciais, seguramente, "a favor" do candidato Presidente Lula, PT. Dentro deste contexto, o candidato da oposição, no caso Flávio Bolsonaro, PL, não conta com a "distribuição de verbas" e nem tão pouco a "realização de obras" com o dinheiro público, o nosso dinheiro. Lembrei-me de uma situação "tal qual", o programa do então, apresentador Silvio Santos: "Quem quer dinheiro?".
Ossami Sakamori
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