Perspectiva para 2026

 
Crédito de imagem: Valor Econômico

O ano de 2025 está terminando com baixo desempenho na economia, sobretudo pelas "tarifas de importação" impostas pelo presidente Donald Trump, em vigor desde último agosto, que afetou significativamente o movimento do comércio global neste ano.    No front interno, apesar de gastos desenfreados do Governo Lula, sobretudo em "programas sociais", provocando os sucessivos "déficits primários", que são dinheiros que faltam para cobrir os gastos do Governo federal, cujo crescimento econômico não acompanhou "os gastos desenfreados", por absoluta falta de uma sólida "política econômica" clara para orientar o setor produtivo brasileiro. O País é tocado como "República de banana".  Infelizmente, mais uma vez, o setor agropecuário "carregou" o Brasil nas costas, praticamente sozinho.   


           O ano que aproxima, o de 2026, é o que realmente interessa à maioria da população, apesar dos "desgovernos" de plantões, tradicionalmente, as eleições na esfera federal e estadual, vão "puxar" a economia brasileira para os números positivos, apesar da nítida falta de "objetivos" nos "gastos públicos" dos "governos de plantões".  Pelo orçamento fiscal de 2026 aprovado pelo Congresso Nacional, na undécima hora, está previsto "investimento público federal" próximo de  R$ 200 bilhões.      Sem menor chance de errar, podemos afirmar que os governos estaduais gastarão "grosso modo" número semelhante ao governo federal, que somados resultarão em gastos públicos ao entorno de R$ 500 bilhões em 2026.    É assim que ocorre nos anos de eleições em níveis federal e estaduais.    Quando os governos gastam, o reflexo nas atividades econômicas privadas ocorre na mesma proporção.  Isto é como aritmética.  Grosso modo, podemos avaliar que os gastos públicos, visando as eleições em nível federal e estadual deverá aumentar o PIB nacional para cerca de 5%.     


          Assim sendo, podemos afirmar que o ano de 2026 será de "crescimento econômico", apesar dos "desgovernos" de plantões.  O crescimento econômico esperado de 5% do País, devem favorecer os atuais mandatários em nível federal e estadual.    Para a oposição ganhar eleições em 2026, em nível federal e estadual, precisam apresentar um "plano de governo" com muita clareza e objetividade.    De princípio, dentro das perspectivas narradas, as oposições só ganharão eleições no mês outubro, com "propostas alternativas"  concretas de "mudanças".    

           Durante o próximo ano, voltaremos a comentar as propostas dos candidatos, sobretudo no Governo federal.   Uma coisa é certa, o povo brasileiro está de "saco cheio" das propostas vazias, sem compromisso com a "política fiscal" e proposta para "política econômica".  O povo brasileiro não é mais o mesmo povo submisso aos "projetos eleitoreiros" pessoais de cada candidato.    


             De qualquer maneira, é de esperar que o Brasil, em 2026, tenha desempenho na área econômica, um crescimento ao entorno de 5%, baseado nos projetos de candidatos ao cargo máximo da República.    E, o Banco Central deverá manter a taxa Selic no nível de 15% e a inflação deverá se comportar no patamar de 5% ao ano.   Durante o próximo ano, vamos ajustando os números às novas realidades que se apresentarão.


          Para todos que acompanham os meus comentários, um bom final do ano e um belo e próspero ano de 2026!   Voltaremos no início do ano!    


            Ossami Sakamori   

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