Flávio Bolsonaro e Lula

 

O principal partido da oposição, PL, lançou o nome do Flávio Bolsonaro, PL/RJ, pré-candidado ao cargo de Presidente da República, não contestado pela direção partidária do PL, para concorrer nas eleições do próximo ano, na primeira semana de outubro, para concorrer ao cargo em oposição ao atual Presidente, Lula da Silva, do PT.   Isto acontece em meio à prisão do Presidente Bolsonaro, PL, na carceragem da Polícia Federal em Brasília em razão do cumprimento da pena imposta a ele pelo STF.


          Infelizmente, os meios de comunicações do País, focam o assunto sobre "defeitos" dos futuros candidatos ao cargo de Presidente da República, do que sobre os "Programas do Governo".    Ao que parece, nesses primeiros dias da "postulação" ao cargo pelo senador Flávio Bolsonaro, PL, ao cargo que, hoje, é ocupado pelo Presidente Lula, PT/SP.   É um processo "normal" no País, onde, muito antes das convenções partidárias, que ocorrerão, somente, no mês de julho,  os principais "pretendentes" ao cargo, fazem "campanhas" antecipadas, infringindo as leis vigentes.   



            Tanto o atual Presidente da República, o Lula da Silva, PT, como o "virtual candidato", o Flávio Bolsonaro, PL, os "postulantes" se posicionam como se fossem as "estrelas de Hollywood", sem expor, ao menos, os "planos de Governo" para o período de 4 anos que se inicia no dia 1º de janeiro de 2017.   Ingredientes para "campanha eleitoral" não faltam, no momento em que o atual governo, o do Presidente Lula, apresenta seguidos "déficits primários", que são recursos que faltam para cobrir as despesas primárias da estrutura do Governo federal, com dívida do Tesouro Nacional se aproximando de "R$ 10 trilhões". 


             Faltam aos candidatos à Presidência da República, do atual ao novo pretendente, os planos "macroeconômicos" para o próximo período, frente à demanda crescente de serviços, cada vez mais exigentes, tanto no campo social ou no campo macroeconômico produtivo.   O País, refiro-me ao Brasil, mais parece um "país subdesenvolvido", semelhante a outros países da América do Sul, onde as teorias macroeconômicas adotadas, ao contrário do Brasil, estão avançando celeremente.   Com a vitória do chileno, José Antonio Kast, do Partido Liberal, a geografia política do continente sul-americano, tende a seguir a  teoria da econômica liberal, do que a arcaica e ultrapassada teoria "neoliberal" do  Presidente Lula, com "forte intervenção na economia".   


           Com a mudança dos ventos, a última vindo do Chile, o Brasil do Presidente Lula distancia cada vez mais da "tendência liberal" do continente sul-americano.  Restou para o Brasil a parceria ideológica com os venezuelanos e colombianos,  com tendência arcaica e antidemocrática emanadas da China e do Irã.


         Dentro deste contexto político e ideológico que aparece o nome do senador Flávio Bolsonaro, PL/RJ, postulando o cargo máximo da República Federativa do Brasil.   Falta ao Flávio Bolsonaro, no entanto, mostrar ao País, os objetivos práticos sobre a "política econômica", ausente no Governo Lula, para arrastar multidões de pessoas carentes de objetivos econômico, social e cultural.   O País não está à procura de um novo "salvador da Pátria", seja ele quem for.  


           Ossami Sakamori        

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