Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República

 

O auto lançamento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro, PL/RJ, ao posto de Presidente da República, nas eleições do próximo ano, 2026, pegou o eleitorado e os partidos políticos, de situação à oposição de "surpresa".    Não houve, nem ao menos, reunião da direção do Partido Liberal, comandado pelo Waldemar Costa Neto, para escolha ou para homologação do nome do PL para a candidatura do senador Flávio Bolsonaro.    O que de fato ocorreu foi a "indicação" do Presidente Jair Bolsonaro, PL, confinado que está na cela da Polícia Federal no DF, preso pela condenação pelo STF pelo suposta "tentativa de golpe de Estado" no dia 8 de janeiro de 2023.  


             A imprensa foi comunicado pelo próprio indicado pelo Jair Bolsonaro, PL, o seu filho mais velho, o senador pelo estado de Rio de Janeiro, eleito nas eleições de 2019.    E expectativa dos seguidores do espectro da "direita" e do "centro" é que a indicação recairia ao atual governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, Republicanos.   É o estilo do Presidente Jair Bolsonaro, desde a sua postulação como candidato à Presidência da República em 2022.   


      Nos partidos do "Centrão", um "conglomerado" de partidos de "ocasião", a reação foi imediata, com a decisão unilateral do Presidente Bolsonaro em nomear o seu filho "Zero 1", de certa "indignação" por não terem sido consultados.    Pegou de "calças curtas", não só o Governador Tarcísio Gomes, mas outros governadores que tinham interesse em lançar-se candidatos à Presidência da República.    


            O fato concreto é que o senador Flávio Bolsonaro, PL/RJ, com menos de 1 mês do "lançamento" unilateral ao cargo máximo da República, as pesquisas mostram a "musculatura" do candidato, o filho "Zero 1" do Presidente Jair Bolsonaro, preso na carceragem da Polícia Federal no DF, pela condenação pelo STF pela prática de crime de "tentativa" de "golpe de Estado" utilizando-se de "mulheres e crianças" acampados que estavam em frente ao Quartel do Exército em Brasília.   Os "golpistas" constituídos de mulheres e crianças, estão presos, até hoje, nos centros de detenções no Distrito Federal.  


         Para quem presenciou o "golpe de Estado" de 31 de março de 1964, com deslocamento de "tanques de guerra", "ostensivamente", nas ruas, essa "narrativa" do "golpe do Estado" é uma "falácia" para "legitimar" os Governantes de plantões.   Como sempre, há um grupo de políticos do "centro", querendo beneficiar-se da situação, seja ele da "direita" ou da "esquerda".    


          As últimas pesquisas, não oficiais, tem demonstrado "empate técnico" entre o atual Presidente da República,  Lula da Silva, PT e o "virtual" candidato da oposição Flávio Bolsonaro, PL.   A escolha oficial dos candidatos deverá ocorrer entra 15 de julho a 20 de agosto do próximo ano.   Até lá, muitas águas passarão debaixo da ponte das eleições.   Este informe não tem caráter eleitoral.   


           Ossami Sakamori

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