Feliz Natal !
Nesse final do ano, antes do recesso parlamentar, foi aprovado pelo Senado e Câmara dos Deputados o Orçamento Geral da União de 2026, cuja premissa básica foi de crescimento econômico de 2,44%, inflação de 3,6%, dólar cotado a R$ 5,76 e taxa de juros Selic de 12,5%. Os números apresentado pelo Ministério de Planejamento são um tanto "otimista", considerado a conjuntura de 2026, ano de "eleições" na esfera federal e estadual".
Pelo projeto, o Governo federal deve fechar as contas do ano que vem com um "superávit primário" de R$ 34,5 bilhões, contra a previsão de "déficit primário" de R$ 70 bilhões previsto pelo Governo, para este ano. O que chama mais atenção são os investimentos em infraestrutura como rodovias, pontes e moradias no montante de R$ 121 bilhões, exatamente no ano de eleições na esfera federal, incluído o de Presidência da República.
Nas considerações levadas em conta na formulação do Orçamento Público Federal deste ano, 2025, o "déficit primário" apontado, deste ano, ultrapassar a previsão do Governo federal. O Governo federal vem apresentando sucessivos "déficits primários" que são "os gastos" acima da arrecadação. Para entender a gravidade da situação, nas "contas primárias" não são consideradas as despesas com os "juros da dívida pública federal" que se aproxima de R$ 10 trilhões.
Toda esta situação de gastos públicos acima das receitas de impostos, contribuições e tarifas, resultando no endividamento público que compromete a capacidade de investimentos em educação, transporte, segurança pública e serviços públicos essenciais além das obras de infraestrutura do País. No ano de eleições, o Presidente Lula, já manifestou que investirá R$ 200 bilhões em obras de infraestrutura, ainda neste ano de 2026, deixando em desvantagem os candidatos da oposição, que ficarão numa vaga promessa de campanha.
Um feliz Natal para Você e família !
Ossami Sakamori
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