Em 2026, Você decide !
Em uma corrida, para não começar mais um ano sem o Orçamento Fiscal da União aprovado, como aconteceu em 2025, o Congresso Nacional aprovou no fim da tarde dessa sexta-feira, 19, o projeto da Lei Orçamentária de 2016. A versão final aprovada, prevê um "superávit primário" de 34,5 bilhões de reais em 2026. O "resultado primário" é a diferença entre tudo o que o governo arrecada o que gasta, excluído pagamento de juros da dívida do Tesouro Nacional, leia-se Governo federal.
O assunto Orçamento fiscal da União federal é uma discussão antiga. Cada Governo que passa, apresenta a "sua versão" para "justificar" o não cumprimento da "Lei de Responsabilidade Fiscal" de dezembro de 2000, onde diz claramente que deverá haver equilíbrio entre as receitas e despesas do Governo. O "déficit primário", é o dinheiro que falta para cobrir as despesas do Governo federal, exceto os serviços da dívida pública.
Para o exercício corrente, o ano de 2025 está a delinear um "déficit primário" de R$68,2 bilhões, segundo o Tesouro Nacional. O atual Governo, o do Presidente Lula apresentou "déficit primário" de R$ 228,49 bilhões em 2023 e de R$43 bilhões em 2024, após "superávit primário" de R$54,9 bilhões no último exercício do governo do Presidente Bolsonaro em 2023.
Para melhor entender, o "déficit primário" é o valor que o Governo federal necessita para cobrir as suas despesas, lançando mão da venda de títulos do Tesouro Nacional, junto ao mercado financeiro nacional e internacional. Os juros destes empréstimos do Tesouro Nacional são de no mínimo taxa Selic de 15%, para inflação corrente ao entorno de 5%. O Governo federal através do Tesouro Nacional paga um verdadeiro "juros de agiotas" no mercado nacional e internacional. A taxa de juros do Tesouro Nacional é o "termômetro" da "credibilidade" do Governo federal. Como referência, o Tesouro americano paga juros entre 3,85% a 4% ao ano, para inflação corrente ao entorno de 2,70% ao ano, resultando no juro real de pouco mais de 1% ao ano.
Como podem ver acima, infelizmente, a "credibilidade" do Governo Lula e da equipe econômica é muito baixa, demonstrado pelos números concretos, ao contrário do que a imprensa noticia como se o Brasil merecesse ocupar um lugar de destaque no G7, os sete maiores economia do planeta. Infelizmente, o Brasil despencou para 11ª posição na economia global, atrás de países como Itália e Canadá. O Brasil tem condições de fazer parte do grupo de países que lidera o mundo global pela dimensão territorial e número de habitantes. Infelizmente, o País é governado por um "analfabeto funcional" e sem a mínima condição necessária para gerir um Orçamento Público de R$ 6,5 trilhões. Reeleger um "analfabeto funcional", sem nenhum preparo e conhecimento de uma boa gestão pública, é como empurrar os 214 milhões de brasileiros num "buraco" sem fundo. Você decide !!!
Ossami Sakamori
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