2026: Você decide !

 

Ontem, dia 31 de dezembro, último dia do ano de 2025, comentei, ligeiramente, como foi o desempenho da economia brasileira sob direção do Presidente Lula, PT/SP.  Foi um ano de "muita incerteza", sobretudo pela taxação de novas "tarifas de importações" desde o mês de agosto, pelo Governo dos Estados Unidos,  com posterior lista de isenções, em negociação pelos setores produtivos brasileiros.    Neste episódio, o Presidente Lula agiu "timidamente", via "telefonemas", por duas vezes, enquanto os líderes dos países como China, Rússia, Canadá, Reino Unido e Japão passaram pelo salão oval da Casa Branca.    No meu ponto de vista, estrategicamente, uma decisão equivocada, porém, que serviu para mostrar ao mundo de que lado o Brasil está, se do lado do Ocidente ou do Oriente.   


            Na economia global, os Estados Unidos, sozinhos, representam, grosso modo, ao menos 25% da economia global e a China com cerca de 15%.   Enquanto as maiores economia do planeta como Alemanha, a terceira e Japão, a quarta maior economia do planeta, estão, politicamente "alinhados" com os Estados Unidos, sem se distanciar do comércio bilateral com a China, a segunda maior potência do mundo.    Na América Latina, uma grande parte dos países estão alinhados econômica e militarmente com os Estados Unidos, enquanto o Brasil está alinhado com os países perdedores como a Venezuela e Colômbia.   O contexto é importante para Vocês saberem a posição do Brasil do Presidente Lula, com quem está "alinhado".   Tudo isto vai influenciar, doravante, no "desempenho" da economia brasileira neste ano de 2026, que se inicia hoje.    


           No plano interno, este ano teremos a disputa eleitoral entre Presidente Lula, PT/SP e provável candidato da oposição, senador Flávio Bolsonaro, PL/RJ.   Há um movimento da ala direita, de lançamento de candidatos alternativos ao Flávio Bolsonaro, PL/RJ, pelos partidos do dito centro, como Romeu Zema, Novo/MG e do Tarcísio de Freitas, Republicanos/SP.    Em algum momento, a decisão será no segundo turno entre o candidato do PL e PT.


           Para a "economia brasileira", o que interessa ao reles cidadão, como este que escreve, deve caminhar para o crescimento econômico de, no mínimo 3% e no máximo de 6%, marcado pelos gastos do Governo federal e governos estaduais, ao mínimo de R$ 500 bilhões em obras de infraestrutura, correspondente, a grosso modo, 5% do PIB.   Indiretamente o crescimento econômico do País vai beneficiar os governos de ocasião, qual sejam o Presidente Lula e dos aliados dos atuais governadores estaduais.


         Embora, não seja apoiador do Presidente Lula, PT/SP, se houver divisão entre os candidatos da oposição, no momento, o favorito é o senador Flávio Bolsonaro, PL, o favoritismo, não o meu, será o candidato da situação, literalmente, com "malas" cheio de dinheiro.    Até preferiria que eu tivesse menos idade para "acreditar no Papai Noel", do que assistir impensada divisão da "oposição" ao atual Governo.   Muitas águas, ainda, irão rolar debaixo da ponte.    Torço, pela convicção macroeconômica, pela vitória do candidato Flávio Bolsonaro, do PL, pela identidade ideológica no campo da "macroeconomia".   Para o futuro do País, visando "crescimento sustentável", recomendo o voto ao "candidato da oposição" ou se conformar com o "baixo  crescimento" e sucessivos "rombos fiscais" do atual governo.  


           Enfim, quem vai decidi pelo futuro e dos meus e dos seus filhos, é exatamente Você, que acabou de ler esta matéria.  No decorrer dos próximos meses, certamente, voltaremos a falar, intensivamente, sobre o "futuro do País", do nosso amado Brasil.

       

            Ossami Sakamori            

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trump x Xijinping em final feliz ...

Brasil, país de segunda linha

Governo Trump quer reabrir o "Caso Odebrecht"