Brasil é um país do Terceiro mundo.

 

No meio da situação política que o País está passando, uma fase extremamente instável, com prisão do Presidente Bolsonaro, nesse último fim de semana, devido a uma alegada situação, totalmente atípica para um ex-presidente da República, ser conduzido à sede da Polícia Federal e preso no recinto do mesmo, sob determinação do ministro Alexandre Moraes do STF, num acirramento da "disputa política", mais do que "jurídica", entre ambos, o quadro econômico e financeiro, "aparentemente", "não deu muita importância", num clima de demonstração do "amadurecimento" da sociedade brasileira.   O empresariado brasileiro, seja ele de origem nacional ou estrangeiro começa a separar a "economia" da "política".   O povo brasileiro, ao qual me incluo, está se tornando "apartidário", mais preocupado com o "desenvolvimento do País" do que as "traquitanas políticas" encenados pelos "políticos de plantões", de matizes ideológicas de esquerda à direita, tal qual disputado do Flamengo e Fluminense.  


          Graças ao bom Deus, o empresariado brasileiro de todos os setores, do primário ao industrial, passando pelo setor de serviços,  há algum tempo, foram abandonados de ter participação na formulação da "política econômica" do Governo federal, até pela completa ausência dela, deixando o País "sem rumo" com "destino incerto", apesar da sua "potencialidade" pela extensão territorial e pela localização geográfica, em sua maior parte, compreendido entre o "equador" e o "trópico de Capricórnio".


              O estudo feito pela empresa de "classificação de riscos", Austin Rating, que analisou um universo de 4.174 empresas, das quais 2.079, atenderam aos critérios de elegibilidade.   Juntas, elas somam R$ 10,1 trilhões em "ativos", equivalente a 86% do  PIB - Produto Interno Bruto, cujas receita líquida agregada de 2023 para 2024, atingiram o total de R$ 5,2 trilhões, o "lucro líquido" total das mesmas empresas, no ano de 2024, caiu 23,4%, passando para R$ 422,6 bilhões. 


           Segundo a empresa de classificação de riscos:  "A inflação subiu, os juros também, e as empresas não conseguiram transferir integralmente os aumentos para os preços finais”, sintetiza Alex Agostini, economista chefe da agência Austin Rating.   Nem é necessário ter os dados e conhecimento da agência de classificação de risco para "constatar" a situação do País, neste terceiro mandato do Lula da Silva no cargo de Presidente da República.   


           Com muita pena que "admito" que o País navega "à deriva", estando muito próximo de fazer parte do G7, o grupo de maiores economias do mundo, ficando atrás de países como a Itália e Japão.    Na ausência de um Presidente da República, analfabeto funcional, com determinação e sem equipe na área econômica, infelizmente, formada por uma professora do ensino médio e um político-advogado, o País está à procura do destino do "crescimento sustentável" como as maiores economias do mundo.    O Brasil é abençoado com riquezas naturais, no entanto, recheado de "políticos de plantões", incapazes de conduzir a um lugar de destaque no cenário global.    O Presidente Lula esforça-se em ser protagonista nos Fóruns internacionais, mas estes, o consideram figura de "segunda categoria", até pela sua falta de formação, um analfabeto funcional, no pleno século XXI.


          Quando o País se volta ao destino pessoal de um ex-presidente da República, submetido a uma "tornozeleira eletrônica" e o atual Presidente da República, defendendo em "fóruns internacionais" o "multilateralismo", sem ao menos entender bem o significado da palavra.   Enquanto isso, o Brasil "anda à deriva", sem uma "política econômica" para orientação do setor produtivo e uma "política fiscal", consistente que se preocupa com o "equilíbrio" das finanças públicas, o mundo global caminha a passos largos, muitos destes países disputando a posição no grupo G7, as sete maiores economias do mundo.   Receio que o Brasil esteja no fim da fila.


           Isto tudo, me lembro à época de "moleque", em que as brigas de ruas entre os grupos de afinidades, faziam "risco" no chão, um desafiando o outro grupo, qual atravessaria o tal limite do "risco".     Refiro-me aos grupos políticos da "direita" e da "esquerda", os quais, mal enxergam os seus "próprios umbigos".    A ausência de uma "política econômica" e de uma "política fiscal" consistentes, que demonstrem à população a "direção dos ventos do desenvolvimento", é demonstração cabal de que o Brasil é um país do Terceiro Mundo, infelizmente.    Vamos aguardar que os políticos comecem a pensar no País como as suas próprias "Pátrias amadas".


            Ossami Sakamori

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