COP 30, uma vergonha para o Brasil !
A parte solene da COP30, um evento que a ONU criou para discutir e apresentar os problemas do meio ambiente em 1990, no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas para acompanhar e avaliar o progresso no enfrentamento das Mudanças Climáticas com o objetivo de estabelecer obrigações para os países desenvolvidos reduzirem suas emissões de gases de efeito estufa. A primeira Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas foi realizado em Berlim em 1995. Única boa imagem que ficará, será a do príncipe Willian do Reino Unido no discurso de abertura.
Com muita propriedade, após acompanhamento das reuniões da COP30 através da imprensa nacional, o Primeiro Ministro alemão Merz disse no evento no púlpito para a sua delegação, no púlpito da Conferência quem gostaria de ficar na cidade de Belém, sede da COP30, e dentre os membros da equipe e "ninguém levantou a mão". A fala do chanceler alemão, virou "polêmica", mas, durante o evento que terminou ontem, oficialmente, deu para constatar que o líder alemão apenas retratou a estrutura e ambiente criado no maior evento desta natureza no planeta. O ministro alemão tinha toda razão, acostumado que está com a organização característico do povo alemão.
Durante a realização do Evento, dois pontos me chamaram a atenção. O primeiro foi o improviso demostrado na organização do Evento, demonstrado pelo não presença dos representante dos países na cerimônia social da abertura do evento organizada pela Primeira dama, Janja da Silva, onde não se fez presente "nenhum" chefe de delegações. Convém lembrar que a Primeira dama, Janja da Silva, recebeu da organização do evento R$ 27,9 milhões da EBC para a cobertura oficial (?) do evento em Belém. O repasse da verba teria ocorrido via uma ONG internacional que cuida do tema.
Mais do que os temas do evento, o que mais destacou foi a precariedade do espaço destinado ao evento, onde teve um incêndio no espaço denominado Zona Azul, provocado pelo curto circuito numa tomada de energia, que naquele momento estava ligado um "micro-onda" para aquecer "comida" dos jornalistas. Felizmente, o incêndio ficou circunscrito àquele local de trabalho. Muitas delegações, como a da equipe do Japão, deixaram de participar da programação restante. Enfim, o pavilhão era coberto com lona de plástico de fácil combustão.
A suntuosidade demonstrada por dois transatlânticos contratados pelo Governo brasileiro e um iate com 30 leitos, disponibilizado por empresário de Manaus para atender o casal presidencial chamou atenção dos participantes da COP30. Ficou também, visível os gastos, sem conexão ao evento, uma avenida de duas pistas, no meio de floresta, ligando a cidade de Belém a uma suposta comunidade indígena. A referida avenida foi motivo de crítica do governo do presidente Trump, ausente na COP30.
O descaso do governo do Pará com o saneamento básico no entorno do pavilhão de Eventos, ficou visível aos visitantes, mostrando o esgoto sanitário correndo junto com as águas de chuva, a céu aberto. Os visitantes do Primeiro mundo deve ter levado da COP30 e do Brasil uma "péssima imagem" do país irresponsável, confirmando o que já se apregoa no Primeiro Mundo.
Eu, sendo brasileiro de nascimento e de criação, a situação do País escancarada e à vista ao Primeiro mundo, dá "dor enorme" no peito, que pensei em nunca ter de sentir na vida. A certeza que eu tenho, neste momento, é que o País terá que mudar de comportamento no enfrentamento das questões reais, do cotidiano, sem subterfúgios, com investimentos pesados em infraestrutura e na educação do povo. Infelizmente, o Brasil não foi feito para um Presidente analfabeto, sem visão do futuro!
PS: Enquanto isso, o Presidente Bolsonaro, vai preso, por conta do "risco de fuga". Vai passar o "resto da vida" nessa rotina de "condenado" da Justiça. Brasil se assemelha a um "Afeganistão". Sem perceber, o STF vai criando a figura do "mito".
Ossami Sakamori
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