Brasil é Terceiro Mundo !

 

Ontem, escrevi sobre a participação do Estado brasileiro na economia do País.  Com a prisão do presidente Bolsonaro na carceragem da Polícia Federal demonstrou quão dividido está o Brasil.    Não se trata da divisão de ideologias no campo da macroeconomia entre o Presidente Lula e o do antes presidente Jair Bolsonaro.   Eles são tratados, o atual presidente da República e o anterior, como se fossem os "boxeadores" no "ringue" das competições políticas, exacerbadas com a recondução do Presidente Lula para o seu terceiro mandado e com pretensão deste para o seu quarto mandato.    Ambos políticos, usam das suas posições ideológicas para aprofundar mais ainda, o espírito do "eu conta você" mais do que ideologia de "esquerda" contra a da "direita", sem ao menos saber das teorias "macroeconômicos" que separam as tendências ideológicas que os representam.   


           No campo político, as teorias macroeconômicas são tratados como de "direita" e de "esquerda", como se cada um se apossasse dos campos econômicos aos olhos de suas clientelas, o eleitorado brasileiro, os pontos de vista macroeconômicos que orientam as diretrizes das ações políticas.   Os pensamentos macroeconômicos transcendem aos pensamentos políticos, como abaixo irei demonstrar.


                A ação política da direita é conhecida pelas ações baseadas nas teorias macroeconômicas. A teoria "liberal" do Milton Friedmann, mais conhecida como a do "Escola de Chicago", por idealizador ter sido "palestrante" naquela Universidade.   A outra teoria denominada de "neoliberal" é do ideólogo e economista britânico John Maynard Keynes (1883 -1946) economista do Partido Liberal, cuja influência se fez sentir no governo do Franklin Roosevelt (1933 - 1945), que implementou o "programa de recuperação econômica", o que denominou de "New Deal", durante a Grande Depressão, que incluiu "intervenção estatal" na economia com conjunto de "obras públicas" e "criação de programas de bem estar social", tal qual faz o Presidente Lula, que tenta "copiar", sem saber que está executando o "programa neoliberal" do século passado, com forte intervenção do Estado na economia e na vida de cada cidadão brasileira, distribuindo benesses de toda ordem.    Coloca-se na prática, o velho e ultrapassado lema:  Os ricos pagam os benefícios dos pobres, a velha prática da teoria "neoliberal" do professor Jonhn Keynes, de intervenção na economia. 


               No mundo moderno, a "grosso modo", as nações livres como os Estados Unidos, Japão e Alemanha, adotam a moderna "teoria liberal" do professor Milton Friedmann e as nações autocratas, como a China e seus satélites, adotam a teoria "neoliberal" do John Keynes.   Isto, de certa forma, mostra o alinhamento do Governo Lula com os países autocráticos como a China, a Rússia e o Irã.        

                Por outro lado, sem mesmo ter noção das teorias macroeconômicas, a "direita" brasileira, cujo ícone é o presidente Jair Bolsonaro, adotou e propõe adotar as já experimentado por ele próprio, a "teoria liberal", a mais recente, do professor Milton Friedmann, erroneamente, denominado de teoria da Escola de Chicago.     Ironicamente, a teoria liberal do professor Milton Friedmann foi adotada pelo ditador Augusto Pinochet e em vigor até hoje, sem mudança pelos sucessivos governos de "esquerda" à "direita".     

           Como podem ver, pelos exemplos acima, as teorias macroeconômicas transcendem às ideologias políticas, conhecidas como de "direita" e de "esquerda".  O que falta aos políticos de plantões, são  os fundamentos macroeconômicos para balizarem as suas ações políticas.    Não adianta, o ministro da Fazenda denominar como "arcabouço fiscal" para a velha conhecida "política fiscal", como se a simples mudança da denominação para a nossa velha conhecida os "gastos públicos", como se isso fugisse das regras fiscais que vigora desde o meado do século passado, pós II Guerra Mundial.    


           Infelizmente, a equipe econômica do Presidente Lula, composta de uma professora do ensino médio, Simone Tebbet e pelo advogado e administrador público, Fernando Haddad, que orienta o Presidente Lula, analfabeto funcional, um metalúrgico e militante em funções públicas, o importante e delicado Orçamento Público, recheado de viés político, supostamente, para atender os interesses de uma grande parte da população, "analfabetos funcionais", como ele próprio é.   

               Afirmo categoricamente que o  Governo Lula pratica a nossa velha conhecida "teoria neoliberal" do meado do século passado.   


OBS: A figura do topo é do casal presidencial, na COP30, comportando-se como gente de classe superior.   O barco, segundo a grande imprensa, foi cedido por um grande empresário de Manaus. 


           Ossami Sakamori  

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