Simplesmente, Marina Machado

 

Hoje, vou acompanhar a imprensa nacional e internacional sobre o Prêmio Nobel da Paz, concedida pelo Comitê Norueguês do Nobel formado pelo Parlamento Norueguês.  O Prêmio Nobel, seja em que área for, é uma honraria concedida para figuras proeminentes em cada área, seja na área de ciências ou na área humana.   Para nós brasileiros, havia uma expectativa em torno do nome do Presidente Lula para receber a honraria,  publicamente, manifestado por ele próprio.  


        O Comitê afirmou em seu  comunicado especial, de que a Maria Corina "uniu a oposição de seu país".  Continuou o comunicado: "Machado tem sido uma figura-chave e unificadora em uma oposição política que antes estava profundamente dividida, uma oposição que encontrou um ponto em comum na demanda por eleições livres e governo representativo" continuou : "É precisamente isso que está no cerne da democracia: nosso desejo compartilhado de defender os princípios do governo popular, mesmo quando discordamos. Em um momento em que a democracia está ameaçada, é mais importante do que nunca defender esse ponto em comum”. 


            Sem delongas, já que o próprio Comitê em breves palavras expressou o motivo da honraria concedida, a biografia dela é de uma pessoa que trilhou o caminho como qualquer cidadão venezuelano.   Ela é engenheira mecânico, trabalhou numa montadora de automóveis em Venezuela, mãe de dois filhos, entrou na política como deputada da Assembleia Constitucional, trilhando pelo lado da oposição ao já conhecido ditador Nicolas Maduro, amigo pessoal do Presidente Lula.  Como falamos em jargão popular no Brasil, Marina Corina ganhou a maior honraria do planeta, o Prêmio Nobel da Paz, no "tapetão" como dizem no jargão popular do futebol.    

    

          Este que aqui escreve, já vem acompanhando a trajetória política da agraciada, nas madrugadas da TV fechada.  Ela é realmente, mulher de carisma, sem precedente, que consegue "arrastar" milhares de apoiadores em manifestações públicas contra o Nicolas Maduro, amigo do Presidente Lula.    Penso que o Brasil caminha para uma situação semelhante, onde as forças da oposição "vem do estímulo do mundo global liberal" ao contrário do pensamento socialista do oriente, do atual mandatário da nossa República.


           Seja como for, a premiação da Marina Machado é demonstração inequívoca de que o "pensamento liberal" não está tão perdido, como muitos apregoam.  


PS:   Presidente Lula viaja para Roma, amanhã, para agradecer ao Papa pelo "prêmio não recebido" e transferir a conta do Banco Vaticano para a primeira Dama, Janja da Silva, por pressuposto.


            Ossami Sakamori   

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