O atraso tecnológico do Brasil


O acordo entre os Estados Unidos e o Japão para garantir o fornecimento de "terras raras" e outros minerais estratégicos, em meio à crescente tensão na área comercial com a China, coloca o Brasil fora do cenário estratégico para fornecimento de minerais estratégicos como as "terras raras", sendo o Brasil o segundo maior reservas mundiais, com cerca de 23% das reservas conhecidas, mas, que ainda produz menos de 1% do total de consumo global.     


         O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sabe disso e, até por isso, o constante assédio ao Presidente Lula, apesar das divergências ideológicas e de objetivos quase intransponíveis.  Enquanto o Presidente Lula procura aproximação com os países islâmicos como o Irã e seus aliados ideológicos, o presidente Trump, procura aproximação com o Japão e a Ucrânia, cujas ideologias nem sempre são coincidentes.   O Japão pela influência no sudeste asiático, que vai da Indonésia a Vietnam e com a Ucrânia pela vasta reserva de "terras raras", mais do que pela aproximação ideológica.   


          Dentro deste contexto, o presidente Trump  tem interesse em aproximação com o Brasil e não propriamente pela "ideologia" com o Presidente Lula e nem tão pouco para ter o Brasil sob seu domínio.   O Brasil ocupa posição importante no fornecimento de "minerais estratégicos", para produção de armas letais para as guerras que fomentam ao redor do mundo.   


             As tarifas de importações impostas aos produtos brasileiros em 50% para diversos produtos entre os quais café e proteína animal, são apenas, são apenas "instrumentos de pressão" para conseguir acesso às "terras raras", abundantes no Brasil, sobretudo no Vale de Jequitinhonha, no estado de Minas Gerais, cujo nome já retrata a natureza da região, rica em "minas gerais".  


            Infelizmente, o Presidente Lula se posiciona, politicamente, com "alinhamento ideológico" para com o oriente, com sua "santa ignorância", pensando ele estar confrontando politica e ideologicamente, alinhando-se com a China e seus satélites.   E, assim, o Brasil vai perdendo a sua importância estratégica no mundo global, por "picuinhas ideológicas", enquanto o mundo caminha a passos largos para o "desenvolvimento tecnológico" do século XXI.   Curiosamente, o País ainda utiliza as "carroças" do século passado para transportes de cargas no meio rural.   

          Ossami Sakamori

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