Brasil, onde erramos ?
Brasil é maior que o Presidente Lula. Para quem conhece o meu ponto de vista sobre "política partidária" e "política econômica", pode parecer estranho a minha afirmação. Ideologicamente, não mudei minha posição sobre a política do País, continuo sendo "liberal" em pensamento e por consequência um defensor da "política econômica" contrário à atual "política econômica", intervencionista.
A política econômica ou ausência dela do atual governo, o do Presidente Lula, que segue a linha "neoliberal" com forte intervenção do Governo na economia do País. A teoria da "neoliberal" foi imaginado por Jonhn Keynes de forma diversa da teoria clássica "liberal" da economia, que ficou conhecido como a da Escola de Chicago, adotado como "base" da política economica pelo presidente americano Ronald Reagan, entre 1981 a 1989, promovendo uma verdadeira "desregulamentação" da economia.
No Brasil, ao contrário do presidente americano Ronald Regan, o então Presidente FHC, adotou a "teoria clássica" do "neoliberalismo", concentrando o esforço no controle da inflação e criando a nova moeda brasileira, o Real. Cada época uma teoria econômica, adaptada à situação política do País, com fins de "angariar a popularidade" do Presidente junto a população brasileira.
Hoje, o Presidente Lula adota uma "política econômica" de acordo com a sua própria conveniência, de angariar e manter a "popularidade" junto à população brasileira. O principal eixo da sua política econômica é "fazer os gastos públicos" voltados a atender população de "baixa renda" e de "baixa escolaridade", suscetíveis aos "discursos fáceis", não importando com o exercício da verdadeira "política econômica" que vise o fortalecimento da economia do País como um todo. O efeito desta "política econômica" que visa manter o "curral eleitoreiro" de "baixa renda" que no longo prazo tem efeito "devastador", estacionando o Brasil como a 10ª economia do mundo, longe de pertencer ao grupo G7, as sete maiores economia do mundo em termo de PIB.
Sob ponto de vista do Presidente Lula, de manter-se no Poder, ele está fazendo o seu próprio "dever de casa" para atender as necessidades da população de baixa renda, com farta distribuição de "programas sociais", com "bolsas" de toda natureza. Em épocas normais, isto configuraria como "compra de votos", porém, num país de "terceiro mundo", isto tudo virou "rotina", em conluio com os partidos de apoio no Congresso Nacional.
Por outro lado, será difícil a oposição ao Governo Lula retornar ao Poder, apenas com a "bandeira" do "patriotismo", sem uma "consistente alternativa" à política econômica do atual Governo, se é que existe alguma. E, assim, o Brasil está cada vez mais longe de fazer parte do G7, atrás dos pequenos países do continente europeu.
Brasil, onde erramos?
Ossami Sakamori

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