O nosso Real já era !
Vendo comentários sobre minhas próprias matérias neste espaço, cedido gratuitamente pelo portal Google percebo que o Brasil está dividido em "dois pedaços", um destes cujo pretensos "donos" são os partidários do Presidente Lula e o outro "pedaço" pertencendo ao grupo político do ex-presidente Bolsonaro, denominado de direita. Esta configuração política que contaminam a economia do País, já percebido pelos agentes econômicos nacionais e internacionais, só vem prejudicar a economia do País, impulsionada que são pelos agentes econômicos apartidárias... excluindo os da Faria Lima.
Caberia ao Presidente da República, eleito pelo voto popular, no caso o Lula da Silva, tentar "unificar" os lados opostos e antagônicos num "projeto de desenvolvimento do País". Após dois anos e meio de gestão do Presidente Lula, não é o que se vê na prática. Não há "política econômica", senão remendo de iniciativas dispersas. Com mais de metade do seu mandato, o Brasil continua como se estivesse, ainda, na "campanha eleitoral", de "nós contra eles", cada grupo político puxando os seus interesses, desprezando os reais interesses econômicos e empresariais, visando o "desenvolvimento sustentável" do País.
Para quem tem o mínimo de conhecimento da teoria macroeconômica, seja com viés "neoliberal" ou "liberal", um país como o Brasil com dimensões continentais e 212 milhões de pessoas habitando nela, é inconcebível que o País continue governado sem uma "política econômica", essencial para direcionamento do setor produtivo brasileiro, complementado por uma "política fiscal" que vise equilibrar as contas públicas.
Na ausência de uma "política econômica", o setor produtivo vai direcionando os seus investimentos balizados tão somente na "tendência global" ou direcionando o seu "capital financeiro" em investimentos nos títulos do Tesouro Nacional, com rendimento assegurado de 14% ao ano, para uma inflação ao redor de 5%, com ganho líquido de 9%, antes do Imposto de Renda, sem correr riscos ou nenhuma força. É certo que há um "jogo de empurra" entre o Banco Central e o Governo federal, por absoluta ausência de uma "política econômica" consistente do Governo federal, lembrando que o Banco Central, que é o "guardião da moeda", o "Real" e este faz o que está ao seu encargo, que é manter o "poder de compra" da moeda nacional, o Real.
Quando se vê, o Governo federal "gastando mais que pode", provocando os sucessivos "déficits primários", que nada mais é do que o "dinheiro que falta" para cobrir as despesas, muito menos o pagamento de serviços da dívida pública, aumentando a cada ano, corrigida pela taxa Selic, acima da inflação, num "espiral" sem fim, cujo montante, a cada minuto aumenta, cujo montante está ao redor de R$ 7,6 trilhões, que a cada minuto está acrescido de juros calculado à base da taxa Selic de 14% ao ano. Isto significa que Você carrega, a sua cota parte da dívida de cerca de R$ 35 mil.
É impressionante ver os Presidentes da Repúblicas de "plantões", atenderem a demanda dos seus "currais eleitoreiros", com dinheiro do Contribuinte, do meu e do seu, acrescido de empréstimos tomados da população, pagando um verdadeiro taxa de juros de um "agiota", sem desmerecer o dono do capital que vive disso. O erro não é de quem empesta, mas é de quem toma emprestado!
Espero ter elucidado uma parte do conceito da "macroeconomia". A conclusão é que "não há milagre" que possa ser inventado! Para o seu dinheiro não perder o poder de compra, continue investindo em "dólar americano", em instituições financeiras oficiais. O nosso Real já era!
Ossami Sakamori

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