O Drex
Foi no dia 24 de abril de 2024, que noticiei no meu blog, sobre a nova "moeda digital" que entrará em vigor à partir do dia 1º de janeiro de 2026. Para melhor compreensão do tema, recomendo fazer a leitura daquela matéria, ainda no endereço antigo do meu blog: Drex a nova moeda digital . Porém, o assunto veio às redes sociais, hoje, como se fosse um tema novo. A diferença é que, a data da implantação está mais próximo do que nunca. Porém, nada mudou em relação ao conceito da "nova moeda digital", oficial do País.
O Real, a moeda brasileira, em "papel físico" e em "moeda metal" vão ser substituídos "gradativa" e "automaticamente", à medida que vão sendo feito a movimentação bancária ou "cartões de crédito" e terá o nome "Drex" substituindo o nosso velho conhecido o papel moeda "Real", cujo valor terão mesmo valor e em circulação digital. Não haverá papel físico "Drex" e gradativamente o "Real", o papel moeda, vai desaparecendo do "cotidiano" de cada cidadão brasileiro.
Aqueles que, ainda, tem papel moeda Real, guardado em cofres, em algum momento deverá ser substituído em uma das instituições bancárias, que continuará com a sua função de atendimento ao público, além de prestar serviços bancários disponíveis, como "aplicações", "cobranças", "transferências", "empréstimos", "penhoras", para as pessoas que não tem acesso "digital".
Para facilitar o entendimento, para quem usa o sistema "Pix", o Drex, em nada muda o procedimento. O uso de "cartões de crédito estará em vigor, com os mesmos serviços de pagamentos, com as tradicionais "maquinas" de cartões de crédito e débito. Apenas, o nome da nova moeda brasileira será "Drex". Gradativamente, a moeda "Real" vai desaparecendo do mercado, porém, desvalorizando a cada dia, até o completo "desuso", assim como já ocorreram inúmeras vezes, na história recente do País, em substituição de moedas.
Apesar da troca da moeda, a inflação continuará existindo como dantes, conforme apetite dos gastos públicos do Governo federal. O Governo federal, vai "tentar passar a ideia de que, com a mudança do nome da "moeda" e da forma de apresentação, de físico para o "virtual", o "déficit primário", o "déficit nominal" e a "dívida pública" irão "desaparecer como "num passo de mágica". Não! Isto não vai acontecer! A dívida pública brasileira continuará nos mesmos $ 7,6 trilhões de reais, mudando apenas para $ 7,6 trilhões de Drex.
Porém, fica a alerta para os Contribuintes, de que a "inflação" continuará existindo, conforme os "gastos públicos" acima da sua capacidade de pagamentos, como acontece, hoje. E, ainda, em algum momento, o Governo federal deverá lançar mão da "cobrança" de uma "nova CPMF", a contribuição que recaia sobre toda "movimentação financeira", bancária. Se implantada a "nova CPMF", o Governo federal, via Tesouro Nacional, estará cobrando contribuição em tempo real. Esta última parte é apenas minha "conjectura" pessoal. Presidente Lula, "como sempre", avocará para si, o sistema Drex, cujo projeto foi iniciado em 2020, gestão Bolsonaro/Guedes e coube ao Presidente Lula oficializar o nome da nova moeda em 2023. Digamos que o projeto Drex nasceu e cresceu no Banco Central do Brasil.
Ossami Sakamori

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