Lula : O povo que se dane!
Antes de mais nada, quero me posicionar como um simples "cidadão brasileiro", com direito a voto, que o exerço com a prerrogativa da minha manifestação de preferência por um suposto "melhor candidato" da ocasião. Dentro do conceito "macroeconômico", considero-me "liberal" da mesma teoria defendida pelo professor e economista Milton Friedman, da The University of Chicago.
Para melhor entendimento, a teoria macroeconômica entendida como "liberal", é do professor Milton Friedman, em confrontação com a teoria "neoliberal" do John Maynard Keynes que defendia a intervenção ativa do Estado na economia, para segundo ele, "manter o pleno emprego, garantir a estabilidade econômica e estimular o crescimento econômico" com o aumento de gastos públicos em área como em políticas sociais para estimular o consumo e reerguer a economia em "momentos de retração". Será, o Fernando Haddad teria feito o "Control C" da sua teoria macroeconômica do início do século passado ?
A teoria "neoliberal" foi implementada pelo presidente Roosevelt, na primeira metade do século passado, com forte intervenção do Governo na economia antes e durante a II Guerra Mundial. A teoria mais moderna, a "teoria liberal" foi implementada pelo presidente Ronald Reagan, eleito por dois mandatos consecutivos, com a "teoria liberal" do professor Milton Friedman. Aqui no continente sul-americano, a teoria liberal foi implementada pelo Augusto Pinochet no Chile adotando como os idealizadores, os ex-alunos do professor Milton Friedman, enquanto no Brasil a ditadura militar adotava a velha teoria intervencionista do John Keynes.
Enquanto o mundo ocidental, representado pelos Estados Unidos, a maior economia do mundo global, disparado, há uma disputa entre "teoria intervencionista" do John Keynes, adotada pelos Democratas e "teoria liberal" do Milton Friedman pelo presidente Trump, há uma disputa acirrada entre os dois modelos econômicos. Enquanto, os chilenos, independente das cores ideológicas, adotavam e adotam o modelo "liberal" e os argentinos tentando sair do modelo "intervencionista" e ensaiam em adotar, também, o modelo "liberal", o Brasil do Presidente Lula, adota o modelo "neoliberal" do professor John Keynes, da primeira metade do século passado, marcado por uma forte "intervenção na economia", com os exagerados "gastos públicos".
O modelo "paternalista" do Estado adotado pelo Presidente Lula, está cada vez mais longe dos países "democráticos" do ocidente, assemelhando-se cada vez mais dos países "socialistas" e "autocráticos" comandados pela China, Rússia, Coreia do Norte e dos países islâmicos como Irã e seus satélites. Esta é a realidade que os economistas tentam ignorar.
Assim, chego a uma "conclusão cartesiana" de que o modelo econômico adotado pelo Presidente Lula, é uma cópia fiel aos dos países "antidemocráticos" do que aos modelos adotadas pelas nações "democráticas" do planeta. É provável que a noção "rude" da macroeconomia do Presidente Lula e muito menos pelo ministro da Economia, Fernando Haddad, com duas semanas de aulas de economia, não tenham tido noção exata do que se passa na economia global e de uma boa prática de um planejamento econômico do País.
É triste para este que aqui escreve, não ter a perspectiva de ver o Brasil ocupar um lugar no G7, o grupo de 7 países mais importantes do planeta, ainda em vida. Tudo, para satisfazer as vaidades pessoais do Presidente Lula. O povo? O povo que se dane!
Ossami Sakamori

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