Brasil, um país aspirante ao Primeiro Mundo
O avanço de 0,4% do produto interno bruto brasileiro no segundo trimestre foi a 3ª maior taxa de crescimento para o mesmo período dentre 55 países analisados pelas agências de classificação de risco, após avanço de 1,3% no primeiro trimestre. O resultado está abaixo da média dos 55 países, que foi de 0,7%, e também perde para a média dos países do BRICS, que incluem os países como Rússia, Índia, China e África do Sul, que cresceram, a média de 0,7%, ainda, de acordo com a mesma fonte.
Quando considerado o PIB total em dólares, o Brasil se manteve como a décima maior economia do mundo, posição que caiu e em que está desde o ano passado. Em 2023, o Brasil chegou a subir para a nona posição, porém a projeção para 2025 é queda para ocupar posição anterior.
As novas projeções para este primeiro semestre deste ano, 2025, vem confirmando a mesma posição que já ocupava em 2024, onde o Brasil ocupava a 10ª economia do mundo à frente da Rússia, porém, atrás de países menores em dimensões, como a Itália e a França, o Reino Unido, a Alemanha e o Japão. Isto tudo, apesar do País ser um dos maiores produtores de cereais do mundo e posição de destaque na pecuária e mineração. A principal razão do Brasil não avançar na posição da economia global é que o País exporta produtos "in natura", sem agregar valores aos seus produtos. A recente "tarifas de importações" impostas pelos Estados Unidos, evidencia claramente que o Brasil depende das "exportações" de produtos como café, suco de laranja ou mesmo aços e alumínios planos, com pouca agregação de valores. E na contra mão, importamos produtos prontos como veículos automotores e diversos tipos de serviços, como de telecomunicações e serviços na área de informática e inteligência artificial, essenciais para o desenvolvimento sustentável de qualquer país.
Não há no País, uma "política econômica" que priorize o desenvolvimento de produtos e serviços essenciais aos novos tempos. Creio que, se o Governo da República não se importa com o desenvolvimento tecnológico, então, caberia à iniciativa privada ocupar o "espaço vazio" deixado pelos Governos de plantões, que se preocupam tão somente em atender as demandas sociais com inúmeros programas de cunho social, esquecendo-se do desenvolvimento tecnológico para inserir o País nos novos tempos da tecnologia.
Por outro lado, os empresários da Faria Lima que deveriam estar debruçados em desenvolvimento do País, estão envolvidos em atividades ilícitas em conluio com as maiores facções criminosas do País. Ainda, assim, o Brasil tem condição de ocupar uma das vagas do G7, grupo de 7 países mais ricos do mundo do que se contentar em ser o líder do grupo de países denominados de G20, os países "aspirantes" a ser um país de "Primeiro mundo".
Ossami Sakamori
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