O Brasil caminha para "estagnação na economia" para os próximos dois anos, ao menos. Esta constatação, os órgãos do Governo federal como Ministério de Planejamento e Ministério da Economia, não expõe ao público, ocupados que estão com a "reeleição do Presidente Lula" no próximo ano. Quem assistiu a fala do Presidente Lula na abertura da Assembleia Geral da ONU, pode constatar a prioridade do atual Governo, que é "destruir a oposição" ao seu Governo do que em "construir uma Nação soberana", explorando as riquezas naturais do País, geograficamente localizada entre o "equador" e uma linha imaginária pouco abaixo do "trópico de Capricórnio". Nenhum país do mundo tem as condições climáticas naturais iguais ao do Brasil que possa competir, ao menos, geograficamente.

Infelizmente, a prioridade do Presidente Lula, exposta na sua fala na Assembleia Geral da ONU, foi de "expor ao mundo" a sua divergência pessoal com o seu principal opositor, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado que foi pelo suposto crime de "golpe de Estado". O Presidente Lula perdeu a oportunidade de mostrar ao mundo global a "oportunidade de investimentos no País", que, em tese criaria oportunidades para os investidores nacionais e internacionais.
Felizmente, os setores produtivos brasileiros e estrangeiros "correm por fora" da política partidária no País. Os investidores institucionais, já conhecem "as figuras carimbadas" da política nacional. Mesmo sem orientação de uma "política econômica" e ausência de uma "política fiscal", o setor produtivo brasileiro, "puxado", sobretudo, pelo setores agropecuários e de mineração, faz o País "crescer" à despeito da ausência de uma "política econômica", que mostraria um "terreno seguro" para investimentos produtivos no País.
Diante da situação "indefinida" na economia, os bravos setores agropecuários e de mineração, vem e irão balizar o "crescimento econômico" do País, independente dos "governos de plantões", operários ou militares. Plagiando a uma frase de um dos políticos ícones, digo e afirmo: Brasil, acima de tudo!
Ossami Sakamori
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