Que cada um cuide do seu dinheiro !
Nos últimos anos, sobretudo nesses três últimos anos, a aplicação dos recursos na "renda fixa", com alta taxa Selic, aos níveis muito alto em relação à inflação, tem feito os investidores institucionais como o "capital estrangeiro" e diversos tipos de "fundos de investimentos de renda fixa" tem preferido aplicar fora do "capital de risco", como são os papeis negociados na Bolsa de Valores.
Independente dos governos de plantões, o País oferece uma "gama" de investimentos produtivos, não só no setor agropecuário, como também no setor industrial e de serviços. Muitas empresas industriais, sobretudo daquelas que produzem subprodutos da área industrial, estão fechando as suas indústrias, temporária ou definitivamente. Não há setor produtivo que possa competir com a renda do título do Governo federal, que paga taxa Selic de 15% ao anos, enquanto a inflação medido pelo IPCA dos 12 últimos meses está em 5,18%, pouco acima do limite de oscilação da inflação projetado e perseguido pelo Banco Central, que é de 3% ao ano, com o teto de 4,5%.
O Brasil dos administradores públicos brasileiros, do Governo federal ao Banco Central, atendem aos interesses dos "investidores especulativos" do que aos interesses dos "investidores produtivos". Infelizmente, o País funciona e funcionou sempre assim: "atendendo aos interesses do capital financeiro especulativo". A principal causa do "atraso" é que o Brasil nunca teve uma "Política Econômica", com "P" maiúsculo, mas, atendido por um "remendo" de política econômica que atende tão somente à situação do momento.
Enquanto o Presidente da República é um "analfabeto funcional", a ministra de Planejamento sendo uma professora do ensino médio e ministro da Fazenda é um administrador público, sem conhecimento do que seja uma "política econômica" e muito menos da "política fiscal", criando um termo não usual na macroeconomia que é o "arcabouço fiscal", que mais lembra um "rascunho" do seu pensamento sobre a macroeconomia do que diretriz de uma "política fiscal" e de uma "política econômica". A situação inusitada é que a imprensa brasileira "comprou" a ideia do termo "arcabouço fiscal" como sendo o "pilar" da economia brasileira. Arcabouço, sempre lembra um "rascunho" inevitavelmente.
Quando há ocorrência não programada como a "tarifa de importação" dos Estados Unidos, lá vai o nosso médico anestesista, Geraldo Alckmin, defender os interesses dos empresários brasileiros junto ao Secretário de Comércio do governo americano. Nada contra o médicos especialistas. É inimaginável que o Brasil como uma nação, com extensão territorial de dar inveja para demais países do globo terrestre, com 212 milhões de habitantes, uma das maiores do mundo, esteja passando por uma situação que estamos a vivenciar. Mesmo assim, o Brasil vai galgando posições de destaque no Mundo global, mais pela "inércia" do movimento do que pelo "mérito" dos seus administradores públicos.
Os meus comentários neste endereço eletrônico, gentilmente, cedido pelo Google, deixará de ser diário. Se Deus quiser, ainda neste ano, vocês irão ver minha atuação no segmento produtivo brasileiro.
Ossami Sakamori

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