O duelo Lula x Trump


Para melhor compreender a "imposição" de tarifas de importações de produtos oriundos de diversos países do mundo pelo presidente Trump, incluído o Brasil, é necessário entender os motivos da imposição de novas tarifas.  Muitos podem entender como se fosse "simples capricho" do presidente Trump, um empresário com "fortunas visíveis" para qualquer leigo poder ver.   


           Donald Trump é um empresário de sucesso, com fortuna incalculável, possuindo grandes áreas no estado de Flórida e diversos "campos de golfes" espalhado pelos Estados Unidos.   O Donald Trump é empresário do ramo de imobiliário, com diversas propriedades, uma delas o edifício imponente no coração de Nova York, o Trump Tower.   A administração da sua fortuna está sob responsabilidade dos seus filhos dos primeiros casamentos.    Toda fortuna visível, incluído um aeronave de grande porte, são declarados nos órgãos competentes para cada situação ou seja fortunas declaradas.   É diferente dos presidentes das republiquetas do terceiro mundo, que dispõe de grandes fortunas em "paraísos fiscais", no anonimato.       


          Dentro do contexto, afirmar que o presidente Trump age em seu benefício próprio é um tanto temerário.   O presidente Trump, tem na mente dois objetivos principais, com as medidas de tarifas de importações para os produtos dos diversos países do  mundo, da China, do Japão, da Coreia do Sul e aos países da União Europeia, para tentar a "reativação" das indústrias americanas, sobretudo as montadoras de veículos no polo industrial de Michigan e de indústrias de "tecnologia" como de "chips" dentro do território americano.  Além de substituir os impostos sobre produção, hoje, concentrando em impostos sobre renda.  Se o objetivo será alcançado ou não, já são "outros quinhentos".  


             De imediato, com a imposição das "tarifas de importações" impostas ao mundo global, incluído o Brasil, vai arrecadar "tarifas de importações", para cobrir o "déficit primário" do Governo federal, o americano, para "manter" o "poder de compra" da sua moeda, o dólar americano, US$.   A ideia central do Donald Trump é de eliminar ou tentar eliminar" a necessidade de cobertura das "despesas primárias" com emissão de "papel moeda" ou de "títulos do Governo americano", como fazem diversos países do mundo global, incluído o Brasil, que vive, literalmente, de "cheques pré-datados" ou "saldo devedor nos cartões de crédito".   


          Dentro do contexto, não adianta um presidente de um país do "terceiro mundo", a 10ª economia do mundo, no caso do Brasil, através de retórica de um "perseguido", como se as medidas econômicas e financeira do presidente Trump, visa atingir tão somente o Brasil, a 10ª economia do mundo, por "puro capricho" do presidente americano contra o presidente Lula.   Por enquanto, o Presidente Lula, um analfabeto funcional, assessorado por ministro da Fazenda, com "incompetência" comprovada, que usa a "tarifa de importação" para "acobertar" os próprios "déficits primários" ou o "dinheiro que falta" para cobrir os gastos do Governo federal, excluídos os pagamentos de juros da dívida pública e muito menos das amortizações de parte deles.   


            Enquanto, o empresariado da Faria Lima não acordar,  o Brasil continuará vendo os recursos estrangeiros "sangrando" e ver os recursos do setor produtivo brasileiro no rumo dos paraísos fiscais, em moeda americana, o US$.   Dentro deste quadro da economia, com o Presidente Lula, em confronto direto com o presidente Trump, sobre a tarifa de importação de 50% e ainda, com chance de imposição de novas tarifas já decidida pelos membros da OTAN, braço armado dos Estados Unidos, o futuro para os exportadores brasileiros, que vai de frutas, peixes, carne bovina aos aços planos, o futuro não é nada animador.   


           Diante do quadro, agravado pela disputa interna entre os políticos da esquerda e da direita, com comemoração dos partidos de esquerda pela "tornozeleira eletrônica" no ex-presidente da República, melhor mesmo é deixar as suas reservas "posicionadas" em moeda americana, o US$.   A recomendação é comprar a moeda americana nas casas de câmbio ou em instituições bancárias e guardar os respectivos documentos de compra.   


           Ossami Sakamori          

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trump x Xijinping em final feliz ...

Brasil, país de segunda linha

Governo Trump quer reabrir o "Caso Odebrecht"