Banco Central. Desvio de $ 1 bilhão
A notícia sobre "ataque hacker" à empresa de tecnologia CMSW pode ter varrido quase R$ 1 bilhão das contas reservas de 6 instituições financeira junto ao Banco Central, é um tanto "ingênua" ou mesmo de "má fé". A empresa prestadora de serviços ao Banco Central ressaltou a confiança plena em "sua isenção" (sic) quanto à origem do ataque e diz ter tomado todas medidas previstas nos protocolos de segurança, após constatar da "invasão". Providência tomada após a ocorrência, é como cuidar do cofre, após arrombado.
Ainda, segundo as informações, os recursos desviados foram aplicados em conta dólares das instituições financeiras para onde foram direcionados o desvio e parte destes recursos foram aplicados em "cripto-moedas", onde não ficam "nenhum registro" dessas operações, senão nas contas próprias das moedas virtuais, fora do controle do Banco Central e do sistema financeiro.
Aparentemente, o prejuízo causado aos usuários finais serão cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito, que é uma espécie de "seguro" que garante ao investidor, liquidez dos valores investidos, caso haja algum tipo de problema na "estabilidade do sistema", como medida de "proteção" aos correntistas ou aplicadores de recursos. O fundo garantidor foi criado em 1995 com intuito de dar estabilidade ao sistema financeiro nacional.
Uma coisa é certa, os beneficiários denominado de "hackers", são pessoas ligados ao sistema de compensações bancárias do Banco Central, que através de acesso ao sistema mediante "senha de acesso" ao sistema, supostamente, roubados fez toda operação de desvio de R$ 1 bilhão, na calada da noite, após fechamento das operações financeiras, por qualquer terminal do próprio Banco Central. Digamos que, a suposta invasão que não ocorreu, as operações devem ter ocorrido nas próprias dependências da sede do Banco Central, nos terminais de acesso do próprio sistema de compensações, envolvendo "instituições do sistema bancário" para fazer operações subsequentes de compra de ativos impossíveis de se rastrear, se for sequência de operações para chegar ao destinatário final, os supostos "hackers".
Diante do exposto, o "ataque hacker" denunciado pelo Banco Central tem apenas função de "dissipar" a culpa de qualquer funcionário na cadeia de "transferências" de recursos. Foi-se o tempo em que os criminosos precisavam "cavar túneis" para chegar aos cofres "recheados de dinheiro vivo", como ocorreu há décadas na sede do Banco Central em Fortaleza. Hoje, qualquer funcionário do próprio Banco Central ou de empresa terceirizada que "tenha senha de acesso" ao sistema, poderá efetuar as transações como os que ocorram.
O alegado "ataque hacker" só serve para encobrir a "quadrilha" que está instalado nas dependências do próprio Banco Central. Esta altura, ao "hacker" é atribuído a culpa dos verdadeiros criminosos travestidos de "funcionários" na cadeia de operações do sistema financeiro nacional.
O fato acontecido, embora em outra esfera e por outro motivo, a deputada Carla Zambelli, procurada pela Interpol, demonstrou que "qualquer hacker" invade qualquer sistema de informações de dados do Governo ou de uma empresa privada. No meu entender, quando vê um Presidente da República, acobertando os "descontos indevidos" dos pobres aposentados, sendo um dos beneficiários é irmão mais velho do próprio Presidente, estimula os variados tipos de ilícitos na estrutura do Governo federal.
Ossami Sakamori
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