A fuga dos dólares


As "reservas cambiais do Brasil, segundo os últimos dados disponíveis, está em US$ 346,4 bilhões, após o fluxo negativo de janeiro a junho em US$ 14,3 bilhões.   Ainda assim, as reservas cambiais do Brasil, não confundir como de propriedade do Governo federal, que dão "credibilidade" ao Governo brasileiro, independente do Governo ser de "esquerda" ou de "direita".   A reserva cambial é um conjunto de esforços do setor produtivo brasileiro.

              A reserva cambial é contabilizado pelo Banco Central do Brasil, uma instituição independente do Governo federal, de plantões.   É erro do Presidente Lula usar a Reserva cambial como fator positivo do "seu Governo".  A reserva cambial não é propriedade ou "poupança" do Governo federal, mas sim da República Federativa do Brasil.   Conforme o gráfico abaixo, a reserva cambial tem mantido em nível que dá credibilidade aos governos de plantões.   A "reserva cambial" provém de saldos positivos entre "exportações" de produtos, menos importações, sem antes considerar o "fluxo cambial" dos investidores do mercado financeiro, atraídos, sobretudo pela alta taxa de juros Selic dos títulos do Tesouro Nacional.     O governo brasileiro, paga a taxa de juros Selic, a mais alta do planeta para atrair os "investidores especulativos", que atraídos pela taxa real de juros, Selic, (-) inflação, faz os investidores estrangeiros "apostar" na liquidez do sistema financeiro nacional, porém cobram "juros reais" os mais altos do planeta pelo "risco Brasil".    O resultado é que, o Governo federal, apostando na sua "reserva cambial", que não é propriedade ou da sua poupança, endivida-se cada vez mais para "financiar" os seus "déficits nominais", que inclui o pagamento de juros da dívida do Governo federal.  

          Só mesmo, o nosso Presidente Lula, analfabeto funcional, para se referir à "Reserva cambial" como se fosse propriedade do Governo federal, como numa recente declaração contra tarifa de importação do Donald Trump.   Ainda, no  "imbróglio" da tarifa de importação, o Presidente Lula, ainda, não entrou em "contado pessoal" com o presidente Trump, nem mesmo, através de telefonema pessoal, como já fizeram os principais  líderes globais no interesse de cada país ou bloco de países.    

            Dentro do contexto global, o nosso Presidente Lula se "apequena" diante do presidente Trump, confirmando a liderança inconteste do presidente americano, deixando o setor produtivo brasileiro, "falando sozinhos" diante da possibilidade de "prejuízo enorme" no setor agropecuário ao setor industrial.   Infelizmente, o Presidente Lula, que usa de "bravatas" com o presidente Trump, numa demonstração à imprensa nacional, para satisfazer ao seu público alvo e "massagear" o seu ego.

              Ossami Sakamori           

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